{"id":54,"date":"2021-10-22T15:11:00","date_gmt":"2021-10-22T15:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/52.10.41.231\/?p=54"},"modified":"2023-05-01T16:39:58","modified_gmt":"2023-05-01T16:39:58","slug":"novos-na-area-virgin-orbit","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/novos-na-area-virgin-orbit\/","title":{"rendered":"Novos na \u00e1rea: Virgin Orbit"},"content":{"rendered":"\n<p>Muito se fala da SpaceX e da Blue Origin, mas h\u00e1 muitas outras empresas privadas criando seus pr\u00f3prios foguetes. Este artigo \u00e9 um de uma s\u00e9rie sobre elas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/d\/d6\/Cosmic_Girl_and_LauncherOne_on_the_way_out_to_Sea_%2850846763897%29_%28cropped%29.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O LauncherOne sendo carregado pelo Boeing 747 da Virgin Orbit, pouco antes de seu lan\u00e7amento. Cr\u00e9ditos: Glenn Beltz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>N\u00e3o, este artigo n\u00e3o \u00e9 sobre a t\u00e3o falada Virgin Galactic, que tem levado passageiros ao espa\u00e7o em v\u00f4os suborbitais com a Spaceship 2. \u00c9 sobre a empresa irm\u00e3 da Virgin Galactic, a Virgin Orbit, e seu foguete orbital, o LauncherOne.<\/p>\n\n\n\n<p>A Virgin Orbit foi formada em 2017, quando se separou da Virgin Galactic e se estabeleceu em Long Beach (pr\u00f3ximo a Los Angeles). O LauncherOne \u00e9 mais um foguete orbital desenvolvido por uma empresa privada que est\u00e1 entrando em opera\u00e7\u00e3o, que at\u00e9 o momento fez dois lan\u00e7amentos orbitais com sucesso. Com 30 t e 21 m de altura, \u00e9 um foguete de dois est\u00e1gios movidos a motores NewtonThree (primeiro est\u00e1gio) e NewtonFour (segundo est\u00e1gio) de RP-1 \/ LOX (Rocket Propellant-1, uma forma refinada do Jet-A, que por sua vez \u00e9 uma forma refinada de querosene e oxig\u00eanio l\u00edquido). Capaz de levar at\u00e9 500 kg para \u00f3rbita baixa ou 300 kg para \u00f3rbita s\u00edncrona solar, a um custo estimado de $12 M por lan\u00e7amento. <\/p>\n\n\n\n<p>O LauncherOne \u00e9 compar\u00e1vel ao <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/revolucionando-a-industria-rocket-lab\/\" target=\"_blank\">Electron da Rocket Lab<\/a> e o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/novos-na-area-astra\/\" target=\"_blank\">Rocket 3 da Astra<\/a>, menor que o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/novos-na-area-abl\/\" target=\"_blank\">RS-1 da ABL<\/a>, o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/revolucionando-a-industria-relativity-space\/\" target=\"_blank\">Terran-1 da Relativity Space<\/a> e o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/revolucionando-a-industria-firefly\/\" target=\"_blank\">Firefly Alpha<\/a>, mas ao contr\u00e1rio de todos estes outros, \u00e9 lan\u00e7ado a partir de um avi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que lan\u00e7ar de um avi\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do que muitos pensam, n\u00e3o \u00e9 exatamente por &#8220;come\u00e7ar o v\u00f4o mais perto do espa\u00e7o&#8221;. A altitude do lan\u00e7amento (10 a 13 km) n\u00e3o faz muita diferen\u00e7a em termos de alcan\u00e7ar \u00f3rbita, porque a maior parte da energia de um foguete \u00e9 usada o acelerando para o lado, at\u00e9 ele atingir velocidade suficiente para ficar em \u00f3rbita. A vantagem de lan\u00e7ar de avi\u00e3o est\u00e1 em come\u00e7ar o v\u00f4o de uma atmosfera mais rarefeita. Isso economiza o propelente que seria gasto com o arrasto da atmosfera densa a baixas altitudes. \u00c9 justamente na altitude em que o LaucherOne \u00e9 lan\u00e7ado que os foguetes convencionais costumam estar passando pelo que se chama de Max Q, o ponto no v\u00f4o de m\u00e1ximo das for\u00e7as aerodin\u00e2micas sobre o foguete (portanto, o mais dif\u00edcil de sobreviver), pela combina\u00e7\u00e3o da densidade do ar com a velocidade (j\u00e1 supers\u00f4nica, para um foguete lan\u00e7ado do ch\u00e3o). Outra vantagem de lan\u00e7ar dessa altitude \u00e9 um ganho em efici\u00eancia no primeiro est\u00e1gio do foguete: tubeiras (nozzles) de foguetes, que t\u00eam importante papel em converter o momento da expans\u00e3o dos gases em momento para o foguete, t\u00eam uma forma \u00f3tima que depende da densidade do ar onde operam. Como na subida pela atmosfera a densidade do ar cai, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel otimizar as tubeiras para todo o v\u00f4o. Com isso, as tubeiras do primeiro est\u00e1gio s\u00e3o otimizadas para a altitude do lan\u00e7amento e as do segundo est\u00e1gio, para uso no v\u00e1cuo. Em foguetes lan\u00e7ados do ch\u00e3o, isso significa otimizar as tubeiras para a press\u00e3o do ar ao n\u00edvel do mar, que \u00e9 rapidamente deixado para tr\u00e1s. Lan\u00e7ando a 10-12 km, as tubeiras do primeiro est\u00e1gio s\u00e3o otimizadas para uma press\u00e3o menor, ent\u00e3o perdem menos efici\u00eancia quando o foguete ganha altitude.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra vantagem do lan\u00e7amento de avi\u00e3o \u00e9 n\u00e3o precisar de uma base de lan\u00e7amento em uma \u00e1rea isolada, pois o avi\u00e3o pode ir para um local livre que esteja dispon\u00edvel (em geral, sobre o oceano), n\u00e3o precisar transportar o foguete de caminh\u00e3o ou navio a partir da f\u00e1brica at\u00e9 o local de lan\u00e7amento e poder escolher a latitude do lan\u00e7amento. A Virgin Orbit n\u00e3o vai ter que negociar contratos com centros de lan\u00e7amento, nem instalar equipamentos em um centro de lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p>Por que ent\u00e3o esse artigo n\u00e3o est\u00e1 na nossa categoria &#8220;Revolucionando a ind\u00fastria&#8221;? Porque apesar de incomum, n\u00e3o tem nada de novo em lan\u00e7ar de avi\u00e3o. Apenas um ano depois do Sputnik-1, em 1958, a Marinha americana j\u00e1 testava o NOTS-EV-1 Pilot, um foguete lan\u00e7ado de um ca\u00e7a F4D, com 5 est\u00e1gios e pesando s\u00f3 950 kg no lan\u00e7amento, para colocar 1 kg em \u00f3rbita baixa. Oficialmente, nenhum dos lan\u00e7amentos dele funcionou, mas um deles, que foi perdido ap\u00f3s o lan\u00e7amento (literalmente, foi perdido o rastreamento) talvez tenha chegado \u00e0 \u00f3rbita, pois houve um sinal possivelmente dele detectado em uma esta\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia. Mas como o sinal n\u00e3o foi confirmado, ele n\u00e3o \u00e9 oficialmente considerado como bem sucedido. O mais bem estabelecido e bem sucedido foguete lan\u00e7ado de avi\u00e3o \u00e9 justamente o que \u00e9 considerado o primeiro foguete orbital completamente desenvolvido por uma empresa privada. N\u00e3o, n\u00e3o era da SpaceX, nem do s\u00e9culo 21. \u00c9 o Pegasus, desenvolvido pela empresa Orbital Sciences Corporation (depois Orbital ATK, depois comprada pela Northrop Grumman), que j\u00e1 fez 40 lan\u00e7amentos bem sucedidos, desde 1990.<\/p>\n\n\n\n<p>Se h\u00e1 essas vantagens de lan\u00e7ar de avi\u00f5es, porque mais empresas n\u00e3o o fazem? O grande motivo \u00e9 o peso e tamanho limitados que podem ser carregados por um avi\u00e3o. Apenas os menores foguetes s\u00e3o leves o suficiente para poderem ser carregados no ar por avi\u00f5es. Inicialmente, foi considerado usar o White Knight 2, o avi\u00e3o da Scaled Composites desenvolvido para carregar a Spaceship 2, a nave da Virgin Galactic. Mas, com um limite de 17 t, ele n\u00e3o era suficiente para carregar as 30 t de um LauncherOne. Ent\u00e3o, a Virgin Galactic recorreu a um Boeing 747-400 que era usado pela empresa Virgin Atlantic para carregar passageiros. O Boeing 747 n\u00e3o tem dificuldade em carregar 30 t, nem com a aerodin\u00e2mica de carregar um foguete embaixo da asa, pois todos os 747 j\u00e1 tem um ponto de montagem para um quinto motor, normalmente usado como forma de carregar motores sem precisar de um avi\u00e3o de carga grande dedicado. A empresa Stratolaunch, fundada em 2011, chegou a construir o maior avi\u00e3o da hist\u00f3ria, o StratoLaunch, que pode levar um foguete de at\u00e9 250 t (como compara\u00e7\u00e3o, um 747 de carga consegue levar at\u00e9 140 t, e o Antonov An-225 at\u00e9 250 t, do lado de dentro). Mas com a morte de um dos fundadores e financiadores da Stratolaunch, Paul Allen (um dos fundadores da Microsoft), em 2018, a Stratolaunch perdeu o suporte necess\u00e1rio e eventualmente foi comprada pela Cerberus Capital Management, e agora est\u00e1 tentando oferecer apenas servi\u00e7os de lan\u00e7amentos e testes de v\u00f4o de alta velocidade, sem ter um foguete para fazer seus lan\u00e7amentos. <\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, a Virgin Orbit fez 2 v\u00f4os orbitais bem sucedidos. Esse foi o primeiro v\u00f4o, em janeiro de 2021:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Virgin Reaches Orbit With The Help of Cosmic Girl\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Yi-fBKK7nME?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>Atualiza\u00e7\u00e3o (mar\u00e7o de 2023):<\/p>\n<cite>Ap\u00f3s 4 voos bem sucedidos e 2 falhas com o Launcher One, em mar\u00e7o de 2023, dizendo n\u00e3o ter conseguido mais financiamento, a Virgin Orbit demitiu 85% dos funcion\u00e1rios, parou as opera\u00e7\u00f5es, e come\u00e7ou o processo de fal\u00eancia.<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Site oficial:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-virgin-orbit wp-block-embed-virgin-orbit\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"OmgdR7frg4\"><a href=\"https:\/\/virginorbit.com\/\">Home<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Home&#8221; &#8212; Virgin Orbit\" src=\"https:\/\/virginorbit.com\/embed\/#?secret=xCiu95kVfA#?secret=OmgdR7frg4\" data-secret=\"OmgdR7frg4\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma breve hist\u00f3ria de lan\u00e7amentos a partir do ar:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Virgin&#039;s Orbit&#039;s Failed Rocket Launch &amp; The History Of Air Lauched Rockets To Orbit\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PIXsMv1jkzY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito se fala da SpaceX e da Blue Origin, mas h\u00e1 muitas outras empresas privadas criando seus pr\u00f3prios foguetes. 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