{"id":56,"date":"2022-08-22T04:34:59","date_gmt":"2022-08-22T04:34:59","guid":{"rendered":"https:\/\/52.10.41.231\/?p=56"},"modified":"2022-08-29T13:06:58","modified_gmt":"2022-08-29T13:06:58","slug":"futuro-proximo-sls","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/futuro-proximo-sls\/","title":{"rendered":"Futuro Pr\u00f3ximo: SLS"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/artemis\/wp-content\/uploads\/sites\/303\/2022\/08\/52291737656_8646072b8a_k-1024x724.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption>O primeiro SLS, a ser usado na miss\u00e3o Artemis I, j\u00e1 est\u00e1 na plataforma para o lan\u00e7amento. Cr\u00e9ditos: NASA\/Joel Kowsky<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 marcado para dia 29 de agosto o primeiro lan\u00e7amento do maior foguete da atualidade, o SLS &#8211; Space Launch System.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>Atualiza\u00e7\u00e3o (29 de agosto): Est\u00e3o examinando por que a v\u00e1lvula de escape de um dos motores n\u00e3o est\u00e1 com a temperatura certa, e conclu\u00edram que n\u00e3o vai dar tempo de resolver a tempo de lan\u00e7ar hoje. Pr\u00f3xima oportunidade: sexta-feira, 2 de setembro.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>O foguete j\u00e1 est\u00e1 na plataforma de lan\u00e7amento 39B do Kennedy Space Center da NASA. No dia 22 de agosto, foi conclu\u00edda a revis\u00e3o (Flight Readiness Review), e o foguete foi aprovado para o lan\u00e7amento dia 29 (&#8220;Go for launch&#8221;). A janela de lan\u00e7amento, de 2 horas, come\u00e7a \u00e0s 9:33 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia). A transmiss\u00e3o oficial ao vivo come\u00e7a 2h antes, \u00e0s 7:30 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia):<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CMLD0Lp0JBg\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Para que ele ser\u00e1 usado?<\/h2>\n\n\n\n<p>Com a coincid\u00eancia da grande expectativa para o primeiro v\u00f4o do SLS e a grande expectativa para a primeira miss\u00e3o para a Lua com o programa Artemis, \u00e9 comum que os dois sejam confundidos. Mas s\u00e3o projetos distintos: Artemis \u00e9 o programa que vai levar humanos de volta \u00e0 Lua, pela primeira vez desde 1972, desta vez para estabelecer uma esta\u00e7\u00e3o orbital e uma base permanente (veja mais em <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-artemis\/\" target=\"_blank\">nosso artigo<\/a>). Para conseguir carregar as grandes cargas necess\u00e1rias, o programa Artemis vai usar o foguete SLS.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o SLS n\u00e3o existe s\u00f3 para o Artemis. Ele \u00e9 o atual grande ve\u00edculo para todas as miss\u00f5es nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas que exijam levar cargas muito grandes ou a velocidades muito altas: a capacidade de um foguete determina quanta energia cin\u00e9tica ele consegue dar \u00e0 carga, o que pode ser uma carga de muita massa em uma trajet\u00f3ria de velocidade relativamente baixa ou uma carga de baixa massa a uma alta velocidade. O que inclui as miss\u00f5es para a Lua com o programa Artemis, as primeiras miss\u00f5es tripuladas para Marte e grandes ve\u00edculos n\u00e3o tripulados para destinos muito distantes, como o que pousaria na lua Europa de J\u00fapiter &#8211; notando que n\u00e3o \u00e9 a dist\u00e2ncia em si que exige maior foguete, mas o maior foguete permite lan\u00e7ar com uma velocidade maior, cortando v\u00e1rios anos do tempo de viagem para o Sistema Solar al\u00e9m de Marte.<\/p>\n\n\n\n<p>As origens do SLS v\u00eam de programas anteriores: na d\u00e9cada de 2000, o grande ve\u00edculo da NASA era o \u00d4nibus Espacial, capaz de levar para \u00f3rbita baixa da Terra uma grande tripula\u00e7\u00e3o na cabine (at\u00e9 11 astronautas, mais at\u00e9 24 t em seu compartimento de carga) e estava sendo usado na constru\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional e na manuten\u00e7\u00e3o do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble &#8211; como compara\u00e7\u00e3o, o ve\u00edculo Crew Dragon da SpaceX s\u00f3 carrega at\u00e9 4 tripulantes em v\u00f4os curtos e um \u00d4nibus Espacial tinha em seu compartimento de carga volume e capacidade para carregar 2 Crew Dragon inteiros, com seus porta-malas (trunks). Com a sua iminente aposentadoria, em 2011, a nova estrat\u00e9gia adotada pela NASA foi delegar o que seriam as miss\u00f5es simples (pequenas c\u00e1psulas de carga ou tripuladas at\u00e9 \u00f3rbita baixa) para empresas privadas e criar um novo ve\u00edculo da NASA para cargas muito grandes, do porte que s\u00f3 operou na \u00e9poca do programa Apollo (o Saturn V). Para economizar tempo, custo e risco no desenvolvimento, seriam adotadas tecnologias derivadas e at\u00e9 o pr\u00f3prio equipamento dos dois grandes programas anteriores, Apollo e \u00d4nibus Espacial. O primeiro resultado foi o programa Constellation, proposto em 2004, que teria dois modelos de foguetes, o Ares V (para grandes cargas n\u00e3o tripuladas) e o Ares I para apenas carregar a c\u00e1psula Orion (a ser desenvolvida) para encontrar em \u00f3rbita baixa com outras naves lan\u00e7adas pelo Ares V (como um m\u00f3dulo de servi\u00e7o ou de pouso na Lua). Em 2010, o Congresso e o presidente decidiram cancelar o programa Constellation e no or\u00e7amento de 2011 foi proposta uma reformula\u00e7\u00e3o do conceito, que era ent\u00e3o o SLS. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 o SLS?<\/h2>\n\n\n\n<p>Como heran\u00e7a do Constellation, o SLS adotou o uso de conceitos e equipamentos do Apollo, \u00d4nibus Espacial e do foguete Delta IV, mantendo a nave Orion como compartimento tripulado para viagens longas o suficiente para alcan\u00e7ar a Lua. Mas ao inv\u00e9s de foguetes diferentes para carga e tripula\u00e7\u00e3o, se trata de um foguete maior, levando os dois ao mesmo tempo. Os elementos do SLS podem ser vistos, a grosso modo, como: uma c\u00e1psula para a tripula\u00e7\u00e3o, derivada do desenho da Apollo, no topo de todos os elementos de propuls\u00e3o do \u00d4nibus Espacial (o tanque externo, os boosters s\u00f3lidos e os motores, mas sem o avi\u00e3o espacial). No topo vai um segundo est\u00e1gio, derivado do segundo est\u00e1gio do foguete Delta IV. Ao longo de 3 gera\u00e7\u00f5es, o SLS vai receber mudan\u00e7as, aumentando sua capacidade: bloco 1 (capacidade de 70 t para \u00f3rbita baixa), bloco 1B (105 t) e bloco 2 (130 t):<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/sls_block1_rev_29_-_expanded_2020.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diagrama dos componentes do SLS bloco 1 com ve\u00edculo Orion. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">1. Core Stage<\/h4>\n\n\n\n<p>O est\u00e1gio principal \u00e9 derivado diretamente da propuls\u00e3o dos \u00d4nibus Espaciais. \u00c9 o corpo laranja contendo os tanques de hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio. Ao contr\u00e1rio do tanque do \u00d4nibus Espacial, o do SLS cont\u00e9m motores: 4 motores RS-25D, tamb\u00e9m conhecidos como SSME &#8211; Space Shuttle Main Engines, pois s\u00e3o os motores usados nos \u00d4nibus Espaciais. E n\u00e3o s\u00e3o apenas motores do mesmo modelo do \u00d4nibus Espacial, mas s\u00e3o os pr\u00f3prios motores que j\u00e1 foram ao espa\u00e7o muitas vezes, que estavam armazenados desde 2011. Os 4 motores para o Artemis I j\u00e1 foram ao espa\u00e7o 3, 4 , 6 e 12 vezes.  Foram feitas apenas pequenas modifica\u00e7\u00f5es, principalmente modernizando o computador que os controla, aumentando a prote\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, por causa da proximidade maior dos boosters e aumentando o n\u00edvel de pot\u00eancia &#8211; no SLS os motores ser\u00e3o usados apenas uma vez, ent\u00e3o n\u00e3o precisam sobreviver para reuso. Depois de gastos 16 dos motores herdados do \u00d4nibus Espacial, ser\u00e3o usados novos RS-25E, produzidos tamb\u00e9m pela Aerojet Rocketdyne, com mais alguns ganhos de performance, o que vai levar a capacidade para \u00f3rbita baixa de 95 para 105 t. A fabrica\u00e7\u00e3o e montagem do est\u00e1gio principal foi feita na Michoud Assembly Facility da NASA, na Louisiana, principalmente pela Boeing.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">2. Solid Rocket Boosters (SRBs)<\/h4>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m vindos dos \u00d4nibus Espaciais, s\u00e3o os dois foguetes auxiliares, presos do lado do est\u00e1gio principal, que queimam combust\u00edvel s\u00f3lido. Eles s\u00e3o vers\u00f5es expandidas, com 25% a mais de empuxo, por usar 5 segmentos (ao inv\u00e9s dos 4 usados para o \u00d4nibus Espacial) e sem ter que carregar o peso dos p\u00e1ra-quedas para recupera\u00e7\u00e3o. S\u00e3o constru\u00eddos principalmente com componentes que foram usados no programa do \u00d4nibus Espacial, para os primeiros 8 v\u00f4os (bloco 1 e bloco 1B). Para o bloco 2, ser\u00e1 usada uma nova vers\u00e3o, atualmente em desenvolvimento pela Northrop Grumman, com a principal diferen\u00e7a sendo a estrutura ser mais leve, de materiais comp\u00f3sitos, ao inv\u00e9s de a\u00e7o, o que, junto com o novo segundo est\u00e1gio, vai levar a capacidade de carga do SLS bloco 2 para 130 t.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">3. Interim Cryogenic Propulsion Stage<\/h4>\n\n\n\n<p>Para o segundo est\u00e1gio, os primeiros v\u00f4os v\u00e3o usar o Interim Cryogenic Propulsion Stage (ICPS), produzido pela Boeing, quase id\u00eantico ao Delta Cryogenic Second Stage (DCSS) usado no foguete Delta IV desde 2002, usando hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio l\u00edquidos, com um motor RL10B-2 no primeiro v\u00f4o e RL10C-2 nos pr\u00f3ximos 2. Produzido pela Aerojet Rocketdyne &#8211; Pratt &amp; Whitney, as origens do RL-10 est\u00e3o na d\u00e9cada de 1960, usado no Centaur A (segundo est\u00e1gio do foguete Titan) e no Saturn I. Para o SLS bloco 1B em diante, todo o segundo est\u00e1gio ser\u00e1 substitu\u00eddo pelo Exploration Upper Stage (EUS), uma vers\u00e3o maior e com mais empuxo, atualmente em desenvolvimento, que ter\u00e1 4 motores RL-10C-3, futuramente trocados por RL10C-X. Esta mudan\u00e7a de segundo est\u00e1gio, junto com a troca dos SRBs, levar\u00e1 a capacidade do SLS de 105 para 130 t.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Orion Multi-Purpose Crew Vehicle<\/h4>\n\n\n\n<p>Estritamente falando, o \u00faltimo est\u00e1gio a ser usado nas miss\u00f5es Artemis, o ve\u00edculo Orion, n\u00e3o \u00e9 parte do SLS &#8211; ele \u00e9 a carga sendo carregada pelo SLS nestas miss\u00f5es. Mas como \u00e9 o terceiro est\u00e1gio que vamos ver em uso nessas primeiras miss\u00f5es, vamos falar dele aqui. Em usos n\u00e3o tripulados do SLS, os m\u00f3dulos de comando e servi\u00e7o Orion seriam substitu\u00eddos por outra carga &#8211; por exemplo, o ve\u00edculo da miss\u00e3o Europa Lander, ainda em fase de formula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Desenhado para uso em miss\u00f5es tripuladas que v\u00e3o al\u00e9m de \u00f3rbita baixa da Terra, a tripula\u00e7\u00e3o ocupa uma c\u00e1psula c\u00f4nica, o M\u00f3dulo de Comando (CM), constru\u00eddo pela Lockheed Martin, uma vers\u00e3o maior e modernizada das c\u00e1psulas Apollo, para levar tipicamente 4 astronautas (cabendo at\u00e9 6), tipicamente por 21 dias, ao inv\u00e9s dos 3 astronautas da Apollo por 14 dias. O M\u00f3dulo de Comando \u00e9 a \u00fanica parte que entra na atmosfera da Terra na volta, pousando no oceano. J\u00e1 o M\u00f3dulo de Servi\u00e7o Europeu (ESM), que vai acoplado a ele, cont\u00e9m um motor, tanques de combust\u00edvel e oxidante (aerozina e tetr\u00f3xido de dinitrog\u00eanio) e pain\u00e9is solares. Este \u00e9 uma contribui\u00e7\u00e3o da ESA e \u00e9 constru\u00eddo pela Airbus Defence and Space. O motor AJ10 do ESM, produzido pela Aerojet Rocketdyne, tamb\u00e9m tem uma longa hist\u00f3ria: vers\u00f5es dele foram usadas desde a d\u00e9cada de 1960, incluindo o m\u00f3dulo de servi\u00e7o Apollo e o sistema de manobra orbital do \u00d4nibus Espacial, al\u00e9m de v\u00e1rias vers\u00f5es de Vanguard, Atlas, Thor e Titan. O motor usado no Artemis I j\u00e1 foi ao espa\u00e7o em 19 v\u00f4os do \u00d4nibus Espacial, desde 1984!<\/p>\n\n\n\n<p>Na figura abaixo, pode-se notar que a c\u00e1psula n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o maior e o m\u00f3dulo de servi\u00e7o \u00e9 mais compacto, mas o volume habit\u00e1vel \u00e9 50% maior, o que se deve \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no volume ocupado por instrumentos e outros equipamentos e por gerar eletricidade por pain\u00e9is solares &#8211; na Apollo eram usadas c\u00e9lulas de combust\u00edvel, que necessitavam de grandes tanques para hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p> <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/scontent-lax3-2.xx.fbcdn.net\/v\/t31.18172-8\/411100_311213912281681_1115777519_o.jpg?_nc_cat=103&amp;ccb=1-7&amp;_nc_sid=9267fe&amp;_nc_ohc=iAQQRPxmdM8AX8iYNF3&amp;_nc_ht=scontent-lax3-2.xx&amp;oh=00_AT-mjTTusNFV9cI4uittaaucqSISd3xd77V4kNfGkjLdHg&amp;oe=63274ADC\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Compara\u00e7\u00e3o da c\u00e1psula e m\u00f3dulo de servi\u00e7o da Apollo (esquerda) e Orion (direita). Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Como detalhado em nosso artigo sobre o Artemis, nesse programa o uso das Orion seria apenas como ve\u00edculo para transitar entre a Terra e a Lua, pois os astronautas ter\u00e3o um espa\u00e7o muito maior na esta\u00e7\u00e3o que vai ficar orbitando a Lua e na base permanente na superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p>Este v\u00eddeo mostra o processo de montagem do SLS para o Artemis I<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EQEPrJjk1pM\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Nosso artigo sobre o Programa Artemis:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"QlqUEulwIc\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-artemis\/\">Futuro pr\u00f3ximo: Artemis<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro pr\u00f3ximo: Artemis&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-artemis\/embed\/#?secret=QlqUEulwIc\" data-secret=\"QlqUEulwIc\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Site oficial: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/exploration\/systems\/sls\/index.html\" target=\"_blank\">https:\/\/www.nasa.gov\/exploration\/systems\/sls\/index.html<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 marcado para dia 29 de agosto o primeiro lan\u00e7amento do maior foguete da atualidade, o SLS &#8211; Space Launch System. 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