{"id":569,"date":"2022-03-16T22:52:58","date_gmt":"2022-03-16T22:52:58","guid":{"rendered":"https:\/\/aerospacetoday.net\/?p=569"},"modified":"2022-07-11T13:48:22","modified_gmt":"2022-07-11T13:48:22","slug":"noticias-de-ar-e-espaco-jwst-pion-br1-14-x-angara-e-simorgh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/noticias-de-ar-e-espaco-jwst-pion-br1-14-x-angara-e-simorgh\/","title":{"rendered":"Not\u00edcias de ar e espa\u00e7o: JWST, PION-BR1, 14-X, Angara e Simorgh"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\">JWST deve durar 20 anos<\/h2>\n\n\n\n<p>No dia 24 de janeiro, ap\u00f3s uma viagem de 29 dias, o telesc\u00f3pio espacial JWST chegou \u00e0 sua \u00f3rbita de opera\u00e7\u00e3o, em torno do ponto Lagrangeano L2 do sistema Terra-Sol, a 1.5 milh\u00e3o de km da Terra. Ap\u00f3s o <a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/essa-semana-em-ar-e-espaco-lancado-o-jwst\/\">la\u00e7amento em 25 de dezembro<\/a>, ele realizou com sucesso toda a complexa seq\u00fc\u00eancia de abertura de suas muitas partes m\u00f3veis, incluindo as duas mais dif\u00edceis: o escudo t\u00e9rmico e o espelho principal.<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo de vida do observat\u00f3rio \u00e9 limitado pela quantidade de combust\u00edvel (hidrazina) que ele carrega, que \u00e9 usado para 2 fins: manobras de mudan\u00e7a de \u00f3rbita, atrav\u00e9s de seus 2 motores principais, que queimam hidrazina, com tetr\u00f3xido de dinitrog\u00eanio com oxidante e os pequenos motores, que usam hidrazina sem oxidante, que mudam a sua atitude (orienta\u00e7\u00e3o e velocidade angular), embora o controle de atitude seja feito primariamente sem usar propelente, s\u00f3 com rodas de rea\u00e7\u00e3o (que s\u00f3 consomem eletricidade gerada pelos pain\u00e9is solares). O observat\u00f3rio foi desenhado com propelentes suficientes para 10 anos de opera\u00e7\u00e3o. Mas ap\u00f3s o lan\u00e7amento, os dados de telemetria mostraram que o foguete Ariane 5 que fez o lan\u00e7amento foi muito preciso, o que permitiu que o JWST usasse pouco propelente em suas manobras de corre\u00e7\u00e3o de curso at\u00e9 entrar em sua \u00f3rbita final. Esse baixo consumo significa que sobrou mais propelente para uso ao longo da miss\u00e3o, o que levou a uma estimativa de que ele poder\u00e1 passar 20 anos operando.<\/p>\n\n\n\n<p>Os passos seguintes para o JWST foram ent\u00e3o terminar o resfriamento e alinhar com alta precis\u00e3o os segmentos do espelho. O resfriamento \u00e9 lento n\u00e3o apenas por o telesc\u00f3pio j\u00e1 estar muito frio (o que faz com que a pot\u00eancia irradiada para o espa\u00e7o seja muito baixa, pois ela varia com a quarta pot\u00eancia da temperatura), mas tamb\u00e9m para evitar for\u00e7ar muito alguns componentes mais delicados &#8211; por isso eles t\u00eam pequenos aquecedores, para que o resfriamento seja lento o suficiente. O passo de alinhamento dos segmentos do espelho usa observa\u00e7\u00f5es de uma estrela e an\u00e1lise das imagens coletadas, para calcular como corrigir a forma do espelho prim\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, ao observar uma estrela brilhante e isolada, se via 18 imagens, uma formada por cada um dos 18 segmentos do espelho prim\u00e1rio. Neste est\u00e1gio, era como ter 18 telesc\u00f3pios independentes, todos formando uma imagem no mesmo instrumento. Cada imagem da estrela ficava em uma posi\u00e7\u00e3o diferente, com um foco diferente:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"twitter-tweet\"><p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Here is each spot of starlight labeled with the mirror segment that captured it.<br><br>Next: spot checks! Our team will adjust the mirror segments &amp; update the alignment of our secondary mirror, focusing each dot. The dots will then be stacked on top of each other. <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/UnfoldTheUniverse?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#UnfoldTheUniverse<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/dxGO3i6Utw\">pic.twitter.com\/dxGO3i6Utw<\/a><\/p>\u2014 NASA Webb Telescope (@NASAWebb) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\/status\/1494770974633431050?ref_src=twsrc%5Etfw\">February 18, 2022<\/a><\/blockquote> <script async=\"\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m foi poss\u00edvel fazer &#8220;selfies&#8221; usando um modo especial do instrumento NIRSPEC, para verificar que segmentos do espelho estavam iluminados a cada momento:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"twitter-tweet\"><p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Bonus image! When it\u2019s time to focus, sometimes you need to take a good look at yourself.<br><br>This \u201cselfie\u201d taken by Webb of its primary mirror was not captured by an externally mounted engineering camera, but with a special lens within its NIRCam instrument. <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/UnfoldTheUniverse?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#UnfoldTheUniverse<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/XtzCdktrCA\">pic.twitter.com\/XtzCdktrCA<\/a><\/p>\u2014 NASA Webb Telescope (@NASAWebb) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\/status\/1492164093742047237?ref_src=twsrc%5Etfw\">February 11, 2022<\/a><\/blockquote> <script async=\"\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n\n\n\n<p>Usando estas imagens, foi poss\u00edvel ajustar o foco para cada segmento (movendo cada segmento independentemente at\u00e9 que a imagem dele estivesse no foco). O pr\u00f3ximo passo era empilhar as imagens: mudar o apontamento de cada espelho para que todas as imagens caiam sobre o mesmo ponto do detector. Mas s\u00f3 empilhar ainda seria como simplesmente somar 18 imagens de telesc\u00f3pios independentes, cada uma com a resolu\u00e7\u00e3o que cada pequeno &#8220;telesc\u00f3pio&#8221; (cada segmento do espelho, com 1.3 m) permite. O pr\u00f3ximo passo era ajustar, com movimentos nanom\u00e9tricos, a posi\u00e7\u00e3o dos espelhos de forma que as frentes de onda de todos coincidam. Esse passo \u00e9 essencial para que o telesc\u00f3pio se torne um interfer\u00f4metro, dando a ele efetivamente a resolu\u00e7\u00e3o espacial de um espelho \u00fanico de 6.5 m. E o resultado desejado foi obtido, com o instrumento NIRSPEC fazendo imagens no chamado limite de difra\u00e7\u00e3o (o melhor poss\u00edvel de obter com um telesc\u00f3pio de 6.5 m):<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"twitter-tweet\"><p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Look how far we&#8217;ve come: We started with 18 scattered dots \u2014 18 reflections of the same star, one from each of Webb\u2019s primary mirror segments. These dots were then re-arranged, stacked, and fine-tuned, setting the stage for our first science images this summer! <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/UnfoldTheUniverse?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#UnfoldTheUniverse<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/N1KvmdoH7r\">pic.twitter.com\/N1KvmdoH7r<\/a><\/p>\u2014 NASA Webb Telescope (@NASAWebb) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb\/status\/1504122338241126403?ref_src=twsrc%5Etfw\">March 16, 2022<\/a><\/blockquote> <script async=\"\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n\n\n\n<p>E nestas imagens pode-se notar uma peculiaridade do JWST: Enquanto na maioria dos telesc\u00f3pios \u00f3pticos as estrelas brilhantes aparecem com 4 pontas, o JWST faz estrelas de 8 pontas. Essas pontas, chamadas de cruz de difra\u00e7\u00e3o, s\u00e3o o resultado de o telesc\u00f3pio ter elementos no caminho \u00f3ptico que n\u00e3o s\u00e3o circulares. Em telesc\u00f3pios mais tradicionais, \u00e9 comum se ver 4 pontas devido ao espelho secund\u00e1rio ser sustentado por uma estrutura em forma de cruz, que fica no meio do campo de vis\u00e3o, provocando difra\u00e7\u00e3o com este formato. No JWST, o principal respons\u00e1vel pela forma de 8 pontas \u00e9 o padr\u00e3o em que os 18 segmentos est\u00e3o dispostos.<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MiGx8xv6xjE\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>A \u00faltima tarefa agora \u00e9 verificar e possivelmente ajustar o alinhamento usando os outros instrumentos, pois eles est\u00e3o em partes diferentes do campo de vis\u00e3o. Ap\u00f3s o alinhamento e resfriamento estar terminado, vir\u00e1 a fase de calibra\u00e7\u00e3o, observando objetos astron\u00f4micos bem estudados, escolhidos para serem refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja mais sobre o JWST em nosso artigo:<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"jU52xs25mE\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-jwst\/\">Futuro Pr\u00f3ximo: JWST<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro Pr\u00f3ximo: JWST&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-jwst\/embed\/#?secret=jU52xs25mE\" data-secret=\"jU52xs25mE\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Lan\u00e7ado o pico-sat\u00e9lite brasileiro PION-BR1<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 14 de janeiro, foi lan\u00e7ado o primeiro sat\u00e9lite de uma startup brasileira, o PION-BR1. Ele foi um de 105 sat\u00e9lites carregados por um Falcon 9 da SpaceX, lan\u00e7ado da Base da For\u00e7a Espacial de Cabo Canaveral. O PION-BR1 tem apenas 125 cm<sup>3<\/sup> de volume (aproximadamente meio copo), sendo uma miss\u00e3o para teste das tecnologias de sat\u00e9lite desenvolvidas pela empresa PION Labs, de S\u00e3o Caetano do Sul (SP). A PION Labs foi formada por ex-alunos da Universidade Federal do ABC (UFABC) e Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), financiada pela Olimp\u00edada Brasileira de Sat\u00e9lites (OBSAT, do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, MCTI, organizada pela Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, UFSCar, Ag\u00eancia Espacial Brasileira, AEB, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, e Universidade de S\u00e3o Paulo, USP), e foi a empresa contratada pela OBSAT para produzir os kits de hardware a serem distribu\u00eddos aos participantes da OBSAT. O recebimento dos sinais ser\u00e1 feito pela organiza\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma e informal de radioamadores (Amsat-BR) e a Liga Brasileira de Radioamadores (Labre). O objetivo do projeto \u00e9 capacita\u00e7\u00e3o em tecnologia para plataformas de sat\u00e9lites e comunica\u00e7\u00e3o com esta\u00e7\u00f5es em Terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Realizado o primeiro teste de v\u00f4o do 14-X<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 14 de dezembro, foi realizado o primeiro teste de v\u00f4o do motor hipers\u00f4nico brasileiro 14-X. Com o nome inspirado pelo 14-Bis de Santos Dumont, combinado ao &#8220;X&#8221; comumente usado para designar aeronaves experimentais, este projeto da For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira visa desenvolver um ve\u00edculo hipers\u00f4nico com um motor scramjet integrado ao corpo do ve\u00edculo. Scramjets, assim como ramjets, s\u00e3o motores a jato sem partes m\u00f3veis, onde a capta\u00e7\u00e3o e compress\u00e3o do ar ocorre apenas pelo movimento do motor atrav\u00e9s do ar. Por este motivo, eles s\u00f3 funcionam se o ve\u00edculo j\u00e1 estiver se movendo a velocidades muito altas (supers\u00f4nicas, tipicamente), necessitando de um outro tipo de motor para dar a velocidade inicial (tipicamente, um motor a jato convencional ou um foguete). A diferen\u00e7a entre scramjets e ramjets \u00e9 que scramjets t\u00eam fluxo supers\u00f4nico do ar em seu interior, n\u00e3o gerando um cone de choque como nos ramjets, que desaceleram o ar at\u00e9 subs\u00f4nico. Estes motores s\u00e3o vistos como a melhor possibilidade para viabilizar aeronaves (avi\u00f5es ou m\u00edsseis) hipers\u00f4nicas, voando a velocidades acima de Mach 5, atrav\u00e9s de motores a combust\u00e3o que respiram ar (ou seja, sem usar foguetes, que s\u00e3o pouco pr\u00e1ticos para reuso em avi\u00f5es e s\u00f3 duram alguns minutos). O 14-X, iniciado em 2007 pelo Instituto de Estudos Avan\u00e7ados (IEAv), tem como objetivo ser uma plataforma hipers\u00f4nica de grande altitude. Neste teste bem sucedido, o 14-X foi lan\u00e7ado pelo foguete suborbital Ve\u00edculo Acelerador Hipers\u00f4nico (VAH, baseado no foguete de sondagem VSB-30) a partir do Centro de Lan\u00e7amento da Alc\u00e2ntara, no Maranh\u00e3o. O 14-X foi acionado a 30 km de altitude, chegando a uma velocidade de Mach 6 a 50 km de altitude, e ent\u00e3o teve um apogeu no espa\u00e7o, a 160 km de altitude, em um v\u00f4o suborbital, caindo no oceano ao fim do v\u00f4o, a 200 km do ponto de lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Falharam os lan\u00e7amentos de teste do Angara A5 e Simorgh<\/h2>\n\n\n\n<p>Dois novos foguetes sendo testados tiveram falhas em seu \u00faltimo lan\u00e7amento: em 27 de dezembro, foi lan\u00e7ado o foguete Angara-A5, do cosm\u00f3dromo de Plesetsk, na R\u00fassia. O Angara em si funcionou, mas o segundo est\u00e1gio, o Persei, falhou na sua segunda igni\u00e7\u00e3o, que deveria levar a carga de uma \u00f3rbita baixa tempor\u00e1ria para \u00f3rbita geoestacion\u00e1ria e eles acabaram reentrando na atmosfera e caindo no oceano. Este era o \u00faltimo teste planejado para o Angara-A5, antes de come\u00e7ar a operar com cargas reais.<\/p>\n\n\n\n<p>O Angara-A5 \u00e9 o primeiro lan\u00e7ador grande (capaz de levar 24.5 t para \u00f3rbita baixa, a 200 km de altitude) completamente desenvolvido e lan\u00e7ado pela R\u00fassia. Isso porque todos os outros foguetes &#8220;russos&#8221; se originaram na Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, incluindo elementos (fabrica\u00e7\u00e3o ou lan\u00e7amento) no que agora s\u00e3o outros pa\u00edses (Ucr\u00e2nia e Casaquist\u00e3o). Por isso, em 1992 foi iniciado o programa Angara, para desenvolver novos foguetes e plataformas de lan\u00e7amento completamente na R\u00fassia.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 30 de dezembro, o Ir\u00e3 lan\u00e7ou um foguete Simorgh, em sua primeira tentativa de alcan\u00e7ar \u00f3rbita com este novo lan\u00e7ador. Mas, por motivos n\u00e3o publicados, ele n\u00e3o conseguiu atingir \u00f3rbita, com sua carga de 2 sat\u00e9lites caindo no oceano. O Simorgh \u00e9 o novo foguete iraniano, sucessor do Safir, para levar at\u00e9 350 kg para \u00f3rbita baixa, usando 3 est\u00e1gios, os dois primeiros queimando UDMH (uma forma de hidrazina) com tetr\u00f3xido de dinitrog\u00eanio e o terceiro est\u00e1gio com motor de combust\u00edvel s\u00f3lido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Status do JWST: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html\" target=\"_blank\">https:\/\/www.jwst.nasa.gov\/content\/webbLaunch\/whereIsWebb.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>PION-BR1: <a href=\"https:\/\/www.pionlabs.com.br\/pion-br1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.pionlabs.com.br\/pion-br1<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Teste do 14-X:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jE8GkWTqyTE\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7amento do Angara-A5:<br><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cVclBgEASHU\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Teste do Simorgh e hist\u00f3ria do programa espacial iraniano:<br><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6Dk5XAKpyeo\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>JWST deve durar 20 anos No dia 24 de janeiro, ap\u00f3s uma viagem de 29 dias, o telesc\u00f3pio espacial JWST chegou \u00e0 sua \u00f3rbita de opera\u00e7\u00e3o, em torno do ponto Lagrangeano L2 do sistema Terra-Sol, a 1.5 milh\u00e3o de km da Terra. 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