{"id":60,"date":"2021-12-15T21:37:46","date_gmt":"2021-12-15T21:37:46","guid":{"rendered":"https:\/\/52.10.41.231\/?p=60"},"modified":"2023-05-01T16:34:35","modified_gmt":"2023-05-01T16:34:35","slug":"novos-na-area-astra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/novos-na-area-astra\/","title":{"rendered":"Novos na \u00c1rea: Astra"},"content":{"rendered":"\n<p>Muito se fala da SpaceX e da Blue Origin, mas h\u00e1 muitas outras empresas privadas criando seus pr\u00f3prios foguetes. Este artigo \u00e9 um de uma s\u00e9rie sobre elas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/3\/31\/Astra_Rocket_3.0_flight_1_launch_campaign_85.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rocket 3.0 no Pacific Spaceport Complex, na ilha Kodiak, Alaska<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A Astra foi fundada em 2016 por Chris Kemp e Adam London, em Alameda (pr\u00f3ximo a S\u00e3o Francisco, Calif\u00f3rnia), a partir do que era a empresa Ventions, que desenvolvia tecnologia aeroespacial desde 2005. Instalada no local da antiga base a\u00e9rea naval Alameda, ela tirou proveito de antigas instala\u00e7\u00f5es usadas para teste de motores de avi\u00f5es, que foram adaptadas para testar seus motores de foguete, no que essencialmente \u00e9 um ambiente urbano, ao contr\u00e1rio do tradicional uso de lugares remotos. A proposta da Astra \u00e9 bem espec\u00edfica: fazer um pequeno foguete pelo menor custo poss\u00edvel, o que ela espera obter com uma estrat\u00e9gia bem espec\u00edfica:<\/p>\n\n\n\n<ul>\n<li>N\u00e3o usar inova\u00e7\u00f5es: Ela explicitamente rejeita o uso de materiais comp\u00f3sitos, impress\u00e3o em 3D, ou reusabilidade dos foguetes, pelo argumento de que t\u00e9cnicas tradicionais de usinagem e montagem e materiais tradicionais e f\u00e1ceis de obter v\u00e3o levar ao menor custo e maior rapidez, por ser f\u00e1cil obter as ferramentas, materiais e pessoal necess\u00e1rios.<\/li>\n\n\n\n<li>Fabricar em volume: ela tem o objetivo de fazer muitos foguetes, para ter economia de escala (embora n\u00e3o seja muito claro a que escala ela se refere; a Astra est\u00e1 longe de ser a empresa mais transparente e comunicativa).<\/li>\n\n\n\n<li>Fazer foguetes simples: n\u00e3o considerar reusabilidade ou desenhos de motores complexos para ter mais efici\u00eancia. S\u00f3 o mais r\u00e1pido e simples poss\u00edvel de construir.<\/li>\n\n\n\n<li>Testar junto da f\u00e1brica, facilitando as itera\u00e7\u00f5es no desenho dos motores.<\/li>\n\n\n\n<li>F\u00e1brica simples, tradicional, sem grandes e luxuosas estruturas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>As itera\u00e7\u00f5es de teste dos foguetes da Astra foram chamadas de Rocket 1.0, 2.0 e 3.0, que levou ao 3.1, 3.2, 3.3. \u00c9 um foguete de 2 est\u00e1gios a RP-1\/LOX (Rocket Propellant 1, uma forma refinada do Jet A, que \u00e9 uma forma refinada de querosene  e oxig\u00eanio l\u00edquido). O objetivo \u00e9 carregar at\u00e9 150 kg para \u00f3rbita s\u00edncrona solar, a um custo de apenas $2.5 M por lan\u00e7amento. O primeiro est\u00e1gio usa 5 motores Delphin e o segundo usa um motor Aether. Os lan\u00e7amentos s\u00e3o feitos do Pacific Spaceport Complex, na ilha Kodiak, no Alaska.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, o foguete 3.2 conseguiu entrar em \u00f3rbita, mas uma falha no segundo est\u00e1gio fez com que n\u00e3o atingisse a \u00f3rbita correta. O lan\u00e7amento do 3.3 em 28 de agosto de 2021, foi um dos mais peculiares j\u00e1 vistos: <\/p>\n\n\n\n<p>\u00daltimo lan\u00e7amento do Rocket 3:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Why This Rocket Went Sideways Off The Launch Pad\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/x2jU5W4ehPE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Com um dos motores falhando e desligando quase imediatamente, o foguete ficou com sua propuls\u00e3o assim\u00e9trica, o que fez com que ele come\u00e7asse a tombar logo ap\u00f3s sair do ch\u00e3o. Mas o sistema de guiagem foi capaz de perceber e compensar a tempo, inclinando os outros motores, para evitar o tombamento do foguete. O que funcionou, o foguete voltou \u00e0 vertical. Mas com a assimetria, com foguetes empurrando meio que &#8220;de lado&#8221; e com a perda de 20% do empuxo (1 de 5 motores n\u00e3o funcionando), o foguete ficou com uma raz\u00e3o empuxo \/ peso quase igual a 1, ou seja, seus motores praticamente s\u00f3 conseguiam sustentar o seu peso, sem que ele fosse capaz de ganhar altitude, resultando em o foguete sair &#8220;de lado&#8221;. Com o passar dos segundos, com os motores queimando combust\u00edvel, o peso diminuiu e ent\u00e3o ele come\u00e7ou a conseguir ganhar altitude. Mas com toda a inefici\u00eancia de gastar muitos segundos s\u00f3 pairando sem subir, ele n\u00e3o tinha propelentes o suficiente sobrando para chegar a \u00f3rbita, e por isso falhou, caindo no oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 20 de novembro de 2021, um Rocket 3.3 finalmente alcan\u00e7ou a \u00f3rbita correta, o primeiro sucesso completo da Astra, colocando em \u00f3rbita uma carga da For\u00e7a Espacial americana.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha de local de lan\u00e7amento pode chamar a aten\u00e7\u00e3o de alguns: \u00e9 muito comum ser mencionado que \u00e9 melhor lan\u00e7ar do equador, para aproveitar a velocidade de rota\u00e7\u00e3o da Terra, economizando combust\u00edvel. No equador, o foguete tem &#8220;de gra\u00e7a&#8221; 0.47 km\/s de velocidade inicial (a velocidade da superf\u00edcie da Terra), valor que diminui com a latitude, at\u00e9 chegar a 0 nos polos. Na latitude de Kodiak, 57\u00b0N, essa velocidade inicial \u00e9 quase metade, apenas 0.25 km\/s. Mas \u00e9 mais complicado que isso: a velocidade inicial \u00e9 um vetor, por isso \u00e9 importante a sua dire\u00e7\u00e3o. E a posi\u00e7\u00e3o inicial tamb\u00e9m \u00e9 importante: a inclina\u00e7\u00e3o de uma \u00f3rbita atingida com o m\u00ednimo de impulso \u00e9 sempre igual \u00e0 latitude do local de lan\u00e7amento. Por isso, o ganho em lan\u00e7ar do equador \u00e9 muito vari\u00e1vel, dependendo da altitude e inclina\u00e7\u00e3o da \u00f3rbita desejada. Para uma \u00f3rbita geoestacion\u00e1ria, que \u00e9 equatorial a uma altitude de 36 mil km, lan\u00e7ar do equador \u00e9 muito vantajoso: n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio manobra para mudar a inclina\u00e7\u00e3o e a velocidade inicial \u00e9 15% da velocidade orbital, enquanto um lan\u00e7amento de Kodiak exigiria que o \u00faltimo est\u00e1gio fizesse uma mudan\u00e7a de velocidade de 2.9 km\/s ao passar pelo equador (para mudar a inclina\u00e7\u00e3o). Por outro lado, \u00e9 muito comum que sat\u00e9lites de observa\u00e7\u00e3o da Terra usem \u00f3rbitas s\u00edncronas solares. Estas s\u00e3o \u00f3rbitas escolhidas para terem per\u00edodo de precess\u00e3o igual a um ano, de forma que o sat\u00e9lite sempre passa por um local na superf\u00edcie na mesma hora local, o que permite que ele observe com ilumina\u00e7\u00e3o mais semelhante poss\u00edvel de um dia para outro (n\u00e3o h\u00e1 como evitar a varia\u00e7\u00e3o com as esta\u00e7\u00f5es do ano). E \u00f3rbitas s\u00edncronas sempre s\u00e3o retr\u00f3gradas, o que significa que a velocidade de rota\u00e7\u00e3o da Terra atrapalha o lan\u00e7amento. Para estas \u00f3rbitas, quanto maior a latitude do lan\u00e7amento, melhor. Quando o interesse \u00e9 apenas colocar um sat\u00e9lite em \u00f3rbita baixa, sem se importar com a inclina\u00e7\u00e3o (o que significa que a \u00f3rbita ser\u00e1 pr\u00f3grada, de inclina\u00e7\u00e3o igual \u00e0 latitude do lan\u00e7amento), lan\u00e7ar do equador representa come\u00e7ar com 6% da velocidade orbital, enquanto de Kodiak seria 2% da velocidade orbital, uma diferen\u00e7a n\u00e3o muito grande. J\u00e1 para atingir a \u00f3rbita da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional, a diferen\u00e7a entre o equador e Baikonur, Cazaquist\u00e3o (em 45\u00b0N, de onde a R\u00fassia faz a maior parte dos seus lan\u00e7amentos) \u00e9 tamb\u00e9m pequena, mas \u00e9 melhor lan\u00e7ar de Baikonur do que do equador, devido \u00e0 inclina\u00e7\u00e3o da \u00f3rbita, de 52\u00b0 (do equador, a velocidade inicial economiza 1% da velocidade necess\u00e1ria para alcan\u00e7ar \u00f3rbita, de 45\u00b0N, a economia \u00e9 3%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Site oficial da Astra: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/astra.com\/\" target=\"_blank\">https:\/\/astra.com\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Tour da f\u00e1brica e explica\u00e7\u00e3o da estrat\u00e9gia da Astra:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BKWG4RMgcgY\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito se fala da SpaceX e da Blue Origin, mas h\u00e1 muitas outras empresas privadas criando seus pr\u00f3prios foguetes. 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