{"id":82,"date":"2021-10-15T21:15:00","date_gmt":"2021-10-15T21:15:00","guid":{"rendered":"http:\/\/aerospacetoday.net\/?p=82"},"modified":"2021-10-16T01:43:09","modified_gmt":"2021-10-16T01:43:09","slug":"futuro-proximo-lucy","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/futuro-proximo-lucy\/","title":{"rendered":"Futuro Pr\u00f3ximo: Lucy"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Launching Lucy, NASA&#039;s First Mission to the Trojan Asteroids\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/35ANRDXESqw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Est\u00e1 marcada para 16 de outubro de 2021 a primeira tentativa de lan\u00e7amento da miss\u00e3o Lucy, a partir da base da For\u00e7a Espacial de Cabo Canaveral, na Fl\u00f3rida, em um foguete Atlas V 401, da United Launch Alliance. A primeira tentativa ser\u00e1 \u00e0s 05:34 da manh\u00e3 (hora da Fl\u00f3rida, 06:34 na hora de Bras\u00edlia), e poder\u00e1 ser visto ao vivo em<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Launch of NASA&#039;s Lucy Mission to Jupiter&#039;s Trojan Asteroids\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Oq5UNqtN1a8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Para onde vai a Lucy?<\/h2>\n\n\n\n<p>A Lucy est\u00e1 partindo para uma miss\u00e3o de 12 anos, um longo tour passando por 8 aster\u00f3ides, mais do que qualquer outra miss\u00e3o no passado:<\/p>\n\n\n\n<ul id=\"block-0e8cb831-5ea4-4fc5-b033-aae60fdea455\"><li>20 de abril de 2025: 52246 Donaldjohanson &#8211; 4 km de di\u00e2metro, do cintur\u00e3o principal de aster\u00f3ides, tipo C (&#8220;carbon\u00e1ceo&#8221;), membro da fam\u00edlia Er\u00edgone (o resultado de uma colis\u00e3o ha 130 milh\u00f5es de anos).<\/li><li>12 de agosto de 2027: 3548 Eurybates e seu sat\u00e9lite, Queta, um troiano tipo C, de 64 km de di\u00e2metro, o maior membro da fam\u00edlia Eurybates, a mais bem estabelecida fam\u00edlia entre os troianos.<\/li><li>15 de setembro de 2027: 15094 Polymele &#8211; aster\u00f3ide troiano tipo P (um tipo mais raro, possivelmente formado por silicatos com materiais org\u00e2nicos) de 21 km, em uma \u00f3rbita bastante inclinada, possivelmente fragmento de uma colis\u00e3o.<\/li><li>18 de abril de 2028: 11351 Leucus &#8211; troiano de 34 km de di\u00e2metro, tipo D (um tipo mais raro de superf\u00edcie mais escura e avermelhada, possivelmente silicatos com mais org\u00e2nicos e \u00e1gua), e rota\u00e7\u00e3o extremamente lenta (466 h).<\/li><li>11 de novembro de 2028: 21900 Orus &#8211; troiano de 51 km, j\u00e1 foi classificado tanto como tipo C como tipo D, e poss\u00edvel bin\u00e1rio. <\/li><li>2 de mar\u00e7o de 2033: 617 Patroclus e seu sat\u00e9lite, Menoetius &#8211; o mais peculiar, o \u00fanico troiano do L<sub>5<\/sub> a ser visitado, \u00e9 um bin\u00e1rio de dois componentes quase iguais, de 113 e 104 km  com uma separa\u00e7\u00e3o de 680 km, tipo P.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A Lucy n\u00e3o vai entrar em \u00f3rbita nem pousar em nenhum dos alvos. A miss\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma s\u00e9rie de passagens (flybies), pois seria necess\u00e1rio muito combust\u00edvel para frear a sonda ao chegar a cada aster\u00f3ide, e depois acelerar para sair de \u00f3rbita, em dire\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo (como feito pela miss\u00e3o Dawn, da NASA). Portanto, assim como na miss\u00e3o New Horizons, que s\u00f3 passou por Plut\u00e3o, Caronte e suas outras Luas, cada passagem da Lucy vai ser um per\u00edodo de apenas algumas horas pr\u00f3ximo a cada alvo, tendo que coletar observa\u00e7\u00f5es o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. A miss\u00e3o foi planejada com uma trajet\u00f3ria bastante complexa, para que ela encontrasse todos estes aster\u00f3ides sem ter que fazer grandes manobras entre eles, usando apenas a gravidade dos planetas (por isso as v\u00e1rias passagens pela Terra). Isso porque cada manobra que tenha que ser feita com os motores consome uma grande massa de propelente, que \u00e9 bem limitada.<\/p>\n\n\n\n<p> <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Designing Lucy\u2019s Path to the Trojan Asteroids\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k0e-z43kTOw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><figcaption>A complexa trajet\u00f3ria da Lucy<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas mais do que isso, o grande diferencial da Lucy \u00e9 que vai ser a primeira visita aos aster\u00f3ides troianos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o aster\u00f3ides troianos e por que s\u00e3o interessantes?<\/h2>\n\n\n\n<p>S\u00e3o chamados troianos os aster\u00f3ides que orbitam o Sol em uma de duas regi\u00f5es especiais na \u00f3rbita de J\u00fapiter, em torno dos chamados pontos Lagrangeanos, L<sub>4<\/sub> e L<sub>5<\/sub>, que ficam 60\u00b0 \u00e0 frente de J\u00fapiter (L<sub>4<\/sub>) e 60\u00b0 atr\u00e1s de J\u00fapiter (L<sub>5<\/sub>). Devido \u00e0 grande massa de J\u00fapiter, sua gravidade perturba a \u00f3rbita de corpos orbitando o Sol pr\u00f3ximos a ele. Na maior parte do espa\u00e7o em torno de J\u00fapiter, essa perturba\u00e7\u00e3o deixa as \u00f3rbitas inst\u00e1veis, e os aster\u00f3ides nessa regi\u00e3o s\u00e3o gradualmente empurrados para outras \u00f3rbitas. Mas em torno destes dois pontos Lagrangeanos, as \u00f3rbitas s\u00e3o est\u00e1veis. Isso significa que os aster\u00f3ides ali presentes provavelmente est\u00e3o l\u00e1 desde a \u00e9poca da forma\u00e7\u00e3o do Sistema Solar. Por isso, pode-se dizer que estes aster\u00f3ides s\u00e3o como &#8220;f\u00f3sseis&#8221;, preservando informa\u00e7\u00f5es de 4.5 bilh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando os planetas se formaram.<\/p>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o Lucy vai fazer neste grande tour dos troianos as primeiras observa\u00e7\u00f5es detalhadas de uma variedade de aster\u00f3ides de tipos, tamanhos e situa\u00e7\u00f5es diferentes, como pode ser visto na lista acima. O primeiro alvo, o Donaldjohanson, n\u00e3o \u00e9 um troiano: \u00e9 um aster\u00f3ide do cintur\u00e3o principal, que por acaso estava no caminho da miss\u00e3o. Ent\u00e3o, vai ser observado, n\u00e3o s\u00f3 como um b\u00f4nus, mas tamb\u00e9m para testar os instrumentos e, principalmente, testar o planejamento das observa\u00e7\u00f5es a serem feitas dos alvos principais. Esse planejamento \u00e9 bastante cr\u00edtico, porque em miss\u00f5es de flyby, como essa, h\u00e1 apenas algumas horas de observa\u00e7\u00e3o dos alvos, quando a sonda est\u00e1 passando por perto. N\u00e3o h\u00e1 tempo para fazer o downlink, analisar as primeiras observa\u00e7\u00f5es, decidir fazer mudan\u00e7as, preparar novos comandos e envi\u00e1-los \u00e0 espa\u00e7onave. Todas as observa\u00e7\u00f5es t\u00eam que ser decididas previamente e a sonda executa todas elas de forma aut\u00f4noma. Assim, \u00e9 extremamente importante ter confian\u00e7a no apontamento e na configura\u00e7\u00e3o programados para os instrumentos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De onde v\u00eam os nomes da miss\u00e3o e dos aster\u00f3ides?<\/h2>\n\n\n\n<p>Por fazer a analogia com f\u00f3sseis para esses aster\u00f3ides, o nome da miss\u00e3o foi uma inspirado no f\u00f3ssil homin\u00eddeo mais famoso de todos, a <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lucy_(Australopithecus)\" target=\"_blank\">Lucy<\/a>, um Australopithecus afarensis, de 3.2 milh\u00f5es de anos de idade. E, por causa disso, o primeiro alvo da miss\u00e3o, o aster\u00f3ide 52246, que n\u00e3o tinha nome at\u00e9 ent\u00e3o, foi nomeado Donaldjohanson, em homenagem a um dos descobridores da Lucy. O nome do f\u00f3ssil, por sua vez, vem da m\u00fasica dos Beatles, <em>Lucy in the Sky with Diamonds<\/em>, que tocava com freq\u00fc\u00eancia no acampamento no dia da sua descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os outros alvos da miss\u00e3o, todos aster\u00f3ides troianos, t\u00eam esses nomes por seguir um tema muito espec\u00edfico: Todos os troianos recebem nomes que v\u00eam da mitologia Grega, ligados \u00e0 guerra de Troia. Mais especificamente, os do ponto L<sub>4<\/sub> recebem nomes de gregos, e os do L<sub>5<\/sub>, nomes de troianos. O n\u00famero que aparece \u00e0 frente de cada nome de aster\u00f3ide \u00e9 seu n\u00famero de cat\u00e1logo oficial, que simplesmente indica a ordem de sua descoberta. A grande maioria dos aster\u00f3ides no Sistema Solar t\u00eam somente n\u00famero, pois h\u00e1 aster\u00f3ides demais para dar nome a todos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem construiu e vai operar a miss\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A Lucy foi uma das duas propostas selecionadas em 2017 pela NASA, como a 13\u00aa miss\u00e3o do programa Discovery (a outra escolhida, a 14\u00aa, foi a Psyche). A nave em si foi feita pela empresa Lockheed Martin, com 1.5 t no lan\u00e7amento, alimentada por 2 pain\u00e9is solares de 6 m cada, para poder operar t\u00e3o longe do Sol, e carrega um motor LEROS 1c Apogee, movido a hidrazina e \u00f3xidos de nitrog\u00eanio (MON), feito pela empresa brit\u00e2nica Nammo Space. A miss\u00e3o \u00e9 baseada no Southwest Research Institue (SwRI, em Boulder, Colorado), operada pelo Goddard Space Flight Center da NASA (GSFC, em Greenbelt, Maryland). Seus instrumentos foram feitos no Goddard, no Applied Physics Laboratory (APL) da Johns Hopkins University (Laurel, Maryland) e na Arizona State University (em Phoenix, Arizona).<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7ador escolhido foi o Atlas V 401, da United Launch Alliance (ULA, uma associa\u00e7\u00e3o entre as empresas Boeing e Lockheed Martin). Este \u00e9 um dos foguetes mais bem estabelecidos hoje, com 88 lan\u00e7amentos, todos bem sucedidos. Ele \u00e9 um foguete de combust\u00edvel l\u00edquio (RP-1\/LOX), sem boosters nessa configura\u00e7\u00e3o, usando como segundo est\u00e1gio o Centaur, movido a LH<sub>2<\/sub>\/LOX (em breve teremos artigos sobre o Atlas V, que est\u00e1 sendo aposentado, e seu sucessor,  o Vulcan). Al\u00e9m de muito confi\u00e1vel em geral, este ser\u00e1 possivelmente ainda mais seguro, por ter sido preparado inicialmente para carregar a c\u00e1psula tripulada Starliner (com o atraso na Starliner, o foguete foi realocado para a Lucy).<\/p>\n\n\n\n<p>Como ser\u00e1 o lan\u00e7amento:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Atlas V Lucy Mission Profile\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gqdBzCdS-Pw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os instrumentos cient\u00edficos?<\/h2>\n\n\n\n<ul><li>L&#8217;Ralph &#8211; uma vers\u00e3o atualizada do instrumento Ralph da sonda New Horizons, usa o mesmo telesc\u00f3pio para alimentar um imageador multibanda de luz vis\u00edvel, o MVIC (Multispectral Visible Imaging Camera), operando no intervalo de comprimentos de onda de 400 a 850 nm, e um imageador hiperespectral de infravermelho pr\u00f3ximo, o LEISA (Linear Etalon Imaging Spectral Array), que vai fazer espectros no infravermelho pr\u00f3ximo, em um intervalo de comprimentos de onda 1 a 3.6 \u03bcm. Este \u00e9 o principal meio para mapear a composi\u00e7\u00e3o das superf\u00edcies dos aster\u00f3ides,  pela presen\u00e7a de bandas de absor\u00e7\u00e3o em seus espectros. Constru\u00eddo no Goddard Space Flight Center da NASA, em Maryland.<\/li><li>L&#8217;LORRI &#8211; baseado no instrumento LORRI (Long Range Reconnaissance Imager) da New Horizons, constru\u00eddo pelo Applied Physics Laboratory da Johns Hopkins University, em Maryland. \u00c9 uma c\u00e2mera pancrom\u00e1tica (sem filtros e de banda larga) operando em luz vis\u00edvel,  com um telesc\u00f3pio de dist\u00e2ncia focal mais longa, para fornecer as imagens de mais alta resolu\u00e7\u00e3o. Seu uso ser\u00e1 mapear a morfologia das superf\u00edcies no maior n\u00edvel de detalhes poss\u00edvel, al\u00e9m de observar os alvos a uma maior dist\u00e2ncia, para ajudar na navega\u00e7\u00e3o e procurar por mais sat\u00e9lites e an\u00e9is.<\/li><li>L&#8217;TES &#8211; baseado no OTES (OSIRIS-REx Thermal Emission Spectrometer), constru\u00eddo pela Arizona State University, vai obter espectros de emiss\u00e3o no infravermelho, de 6 a 75 \u03bcm. Estes ser\u00e3o usados para determinar a composi\u00e7\u00e3o e a estrutura dos aster\u00f3ides (n\u00e3o s\u00f3 pela presen\u00e7a de bandas no espectro, mas tamb\u00e9m por como a temperatura varia entre dia e noite, o que revela a in\u00e9rcia t\u00e9rmica do material na superf\u00edcie e logo abaixo dela).<\/li><li>Radio science &#8211; n\u00e3o \u00e9 exatamente um instrumento, mas o uso de medidas precisas do sinal de r\u00e1dio da sonda para determinar a gravidade do aster\u00f3ide (pelo efeito Doppler causado no sinal), e, se houver discos de poeira, medir a absor\u00e7\u00e3o do sinal ao os atravessar.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Site oficial: <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/lucy.swri.edu\/\" target=\"_blank\">http:\/\/lucy.swri.edu\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Breve discuss\u00e3o da miss\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"How NASA&#039;s Lucy Mission Will Visit More Asteroids Than Any Other Spacecraft.\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zbwSSdtWUNE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Uma apresenta\u00e7\u00e3o mais detalhada:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jetpack-video-wrapper\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"NASA Science Live: Lucy in the Sky with Asteroids\" width=\"640\" height=\"360\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/180pFU_h5Eg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 marcada para 16 de outubro de 2021 a primeira tentativa de lan\u00e7amento da miss\u00e3o Lucy, a partir da base da For\u00e7a Espacial de Cabo Canaveral, na Fl\u00f3rida, em um foguete Atlas V 401, da United Launch Alliance. 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