{"id":828,"date":"2022-08-28T16:34:29","date_gmt":"2022-08-28T16:34:29","guid":{"rendered":"https:\/\/aerospacetoday.net\/?p=828"},"modified":"2022-11-18T00:54:16","modified_gmt":"2022-11-18T00:54:16","slug":"artemis-i-pronta-para-o-lancamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/artemis-i-pronta-para-o-lancamento\/","title":{"rendered":"Artemis I: Pronta para o lan\u00e7amento"},"content":{"rendered":"\n<blockquote class=\"twitter-tweet\"><p lang=\"en\" dir=\"ltr\">We are going.<br><br>For the first time, the <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASA_SLS?ref_src=twsrc%5Etfw\">@NASA_SLS<\/a> rocket and <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASA_Orion?ref_src=twsrc%5Etfw\">@NASA_Orion<\/a> fly together. <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/Artemis?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#Artemis<\/a> I begins a new chapter in human lunar exploration. <a href=\"https:\/\/t.co\/vmC64Qgft9\">pic.twitter.com\/vmC64Qgft9<\/a><\/p>\u2014 NASA (@NASA) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASA\/status\/1592772202289430528?ref_src=twsrc%5Etfw\">November 16, 2022<\/a><\/blockquote> <script async=\"\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n\n\n\n<p>Depois de 50 anos, estamos no primeiro voo do programa que nos levar\u00e1 de volta \u00e0 Lua! Ap\u00f3s os \u00faltimos reparos durante a contagem para o lan\u00e7amento, o primeiro foguete SLS decolou levando a miss\u00e3o Artemis I para a Lua. A transmiss\u00e3o ao vivo do lan\u00e7amento come\u00e7ou \u00e0 00:30 da noite (hora de Bras\u00edlia) do dia 15 para o dia 16 de novembro, e a janela tem duas horas de dura\u00e7\u00e3o:<br><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CMLD0Lp0JBg\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Veja como foi o lan\u00e7amento:<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"poS2N4V8wb\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/\">Artemis I: rumo \u00e0 Lua!<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Artemis I: rumo \u00e0 Lua!&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/embed\/#?secret=poS2N4V8wb\" data-secret=\"poS2N4V8wb\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Em 29 de agosto ocorreu a primeira tentativa de lan\u00e7amento da miss\u00e3o Artemis I, interrompida nos \u00faltimos 40 minutos para investigar uma medida de temperatura no escape de um dos motores. O foguete SLS continuou na plataforma de lan\u00e7amento 39B do Kennedy Space Center da NASA, at\u00e9 ter que ser levado de volta \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio de montagem (VAB) durante o furac\u00e3o Ian. A pr\u00f3xima oportunidade de lan\u00e7ar dia \u00e9 na madrugada de 16 de novembro, ap\u00f3s os atrasos pelos furac\u00f5es Ian e Nicole.<br><\/p>\n\n\n\n<p>Nas an\u00e1lises dos dados coletados durante o furac\u00e3o Nicole, os ventos, apesar de fortes (rajadas de at\u00e9 160 km\/h na altura do topo do foguete) nunca excederam os limites de opera\u00e7\u00e3o. E \u00e9 bom lembrar que os limites de opera\u00e7\u00e3o foram escolhidos ao n\u00edvel de 75% do limite de seguran\u00e7a, deixando 25% de margem. E o limite de seguran\u00e7a, por sua vez, \u00e9 70% do limite estrutural do ve\u00edculo, deixando mais 30% de margem. Houve apenas pequenos danos encontrados, nenhum estrutural, o mais relevante sendo a perda de parte de um revestimento chamado RTL na emenda do revestimento da Orion com o m\u00f3dulo de servi\u00e7o, mas o resultado das an\u00e1lises \u00e9 que o efeito (no arrasto e aquecimento) deve ser pequeno, assim como o risco de outros peda\u00e7os se soltarem e causarem dano.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja mais sobre estas mudan\u00e7as de planos em nosso artigo apenas sobre isso:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"5XF47O5U8u\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-o-que-aconteceu-e-o-que-esta-por-vir\/\">Artemis I: o que aconteceu e o que est\u00e1 por vir<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Artemis I: o que aconteceu e o que est\u00e1 por vir&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-o-que-aconteceu-e-o-que-esta-por-vir\/embed\/#?secret=5XF47O5U8u\" data-secret=\"5XF47O5U8u\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CMLD0Lp0JBg\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que levou tanto tempo para voltarmos \u00e0 Lua?<\/h2>\n\n\n\n<p>Desde a \u00e9poca da Apollo, houve muitas propostas de outras miss\u00f5es para a Lua, de escopos muito variados. O problema principal sempre foi o mesmo: custo e riscos muito altos. Com todo o Programa Apollo, foram gastos cerca de 200 bilh\u00f5es de d\u00f3lares (atualizando pela infla\u00e7\u00e3o) e perdidas 3 vidas, na Apollo I. As 3 \u00faltimas miss\u00f5es do Apollo, cuja prepara\u00e7\u00e3o j\u00e1 tinha sido inciada, as Apollo 18, 19 e 20, foram canceladas pelo governo (Congresso e presid\u00eancia americanos, que s\u00e3o quem decide o que a NASA faz), devido ao alto custo e risco, j\u00e1 tendo 6 pousos de sucesso na Lua entre as Apollo 11 e 17 (a 13 teve que voltar sem pousar na Lua, devido a uma explos\u00e3o no caminho). A d\u00e9cada de 1960 teve uma conjun\u00e7\u00e3o de muitos fatores pol\u00edticos, incluindo a Guerra Fria e a Corrida Espacial com a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, que foi necess\u00e1ria para tornar poss\u00edvel um projeto desta magnitude de custo, inova\u00e7\u00e3o e risco.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do Apollo, o foco do programa tripulado americano se tornou \u00f3rbita baixa da Terra, com a esta\u00e7\u00e3o espacial Skylab (1973-1979), o \u00d4nibus Espacial, que fez 135 v\u00f4os de 1981 a 2011 e a constru\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional, de 1998 a 2011 e sua opera\u00e7\u00e3o, que se espera continuar at\u00e9 por volta de 2030. Com o final da opera\u00e7\u00e3o do \u00d4nibus Espacial e da constru\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o Espacial, houve espa\u00e7o para mais foco para novas miss\u00f5es tripuladas indo al\u00e9m da \u00f3rbita baixa da Terra. Com as melhorias em tecnologia e atrav\u00e9s do reuso de elementos do \u00d4nibus Espacial, nesta \u00e9poca come\u00e7ou a se tornar vi\u00e1vel um novo programa para viagens tripuladas para a Lua e al\u00e9m. Em 2005, foi iniciado o programa Constellation, que previa dois novos grandes foguetes, Ares I e Ares V e a c\u00e1psula Orion, para transportar tripula\u00e7\u00e3o em viagens \u00e0 Lua e al\u00e9m. Mas fatores pol\u00edticos novamente dificultaram estes objetivos e uma an\u00e1lise de 2009 indicando que o programa n\u00e3o tinha financiamento suficiente para atingir seus objetivos levou ao cancelamento do Constellation, com o an\u00fancio em 2010 da constru\u00e7\u00e3o do foguete SLS no lugar dos Ares I e V e da continua\u00e7\u00e3o do desenvolvimento da c\u00e1psula Orion, embora ainda estivesse vago quando e para que miss\u00f5es eles seriam usados. S\u00f3 em 2017, com o maior desenvolvimento do SLS e da Orion, se tornou vi\u00e1vel estabelecer um programa mais concreto para viagens \u00e0 Lua, que foi ent\u00e3o como se originou o programa Artemis.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o objetivo do Programa Artemis?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao inv\u00e9s de apenas visitas r\u00e1pidas, o Programa Artemis inclui construir uma esta\u00e7\u00e3o espacial orbitando a Lua e uma base permanente na superf\u00edcie, gastando menos e aceitando menos risco que o programa Apollo, para aprendermos a viver por muito tempo longe da Terra, algo essencial para poder ir para Marte.<\/p>\n\n\n\n<p>Oficialmente estabelecido como Programa Artemis em 2017, este vai levar as primeiras pessoas \u00e0 Lua desde a Apollo 17, em 1972. Ao contr\u00e1rio das miss\u00f5es Apollo, que foram viagens curtas com s\u00f3 dois astronautas fazendo visitas r\u00e1pidas \u00e0 superf\u00edcie da Lua, o Artemis \u00e9 muito mais ambicioso: a proposta tem atualmente 11 miss\u00f5es Artemis, com viagens durando de 10 a 60 dias, incluindo a constru\u00e7\u00e3o de uma esta\u00e7\u00e3o espacial em \u00f3rbita da Lua (Lunar Gateway, a partir da Artemis III) e uma base na superf\u00edcie da Lua, perto do polo sul, que seria visitada repetidamente por astronautas a partir do Gateway, come\u00e7ando no Artemis VII. A primeira miss\u00e3o, que deve ser lan\u00e7ada amanh\u00e3, ser\u00e1 um teste n\u00e3o tripulado de todo o equipamento, o primeiro v\u00f4o do foguete SLS e com a c\u00e1psula Orion indo at\u00e9 a Lua, a orbitando e voltando. Todas as miss\u00f5es a partir da Artemis II ser\u00e3o tripuladas, com pousos na Lua a partir da Artemis III.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta presen\u00e7a humana prolongada e com repetidas viagens para a Lua permitir\u00e1 desenvolver e testar tecnologias necess\u00e1rias para estabelecer uma base permanente na Lua e para viagens mais distantes e mais longas, como para Marte. Isso inclui naves parcialmente ou completamente reutiliz\u00e1veis para v\u00f4os entre a \u00f3rbita da Lua e a superf\u00edcie, reabastecimento de naves no espa\u00e7o, uso de recursos (minerais e \u00e1gua) da superf\u00edcie da Lua, gera\u00e7\u00e3o de energia por usinas nucleares, comunica\u00e7\u00f5es e cultivo de plantas para consumo. Al\u00e9m disso, testar\u00e1 o sistema de contratar v\u00e1rios elementos das miss\u00f5es Artemis e v\u00e1rias das 24 miss\u00f5es de suporte (n\u00e3o Artemis) por empresas privadas (al\u00e9m das que s\u00e3o colabora\u00e7\u00f5es internacionais), que desenvolveriam seus pr\u00f3prios meios para entregar cargas \u00e0 \u00f3rbita ou superf\u00edcie da Lua &#8211; tanto miss\u00f5es cient\u00edficas de suporte como suprimentos \u00e0 tripula\u00e7\u00e3o. Pode-se ver a evolu\u00e7\u00e3o dos objetivos ao longo das d\u00e9cadas: em 1950-1960 o objetivo era simplesmente chegar ao espa\u00e7o; em 1960 era chegar \u00e0 Lua; em 1970-2020 era manter uma presen\u00e7a humana prolongada no espa\u00e7o, em \u00f3rbita baixa da Terra, para desenvolver tecnologias e procedimentos para manter humanos vivos e saud\u00e1veis no espa\u00e7o. Agora, o Programa Artemis \u00e9 o primeiro passo para ir al\u00e9m, estabelecendo presen\u00e7a humana em locais de onde n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel escapar imediatamente para a Terra em caso de emerg\u00eancia, nem contar com uma miss\u00e3o de resgate vindo rapidamente. Ir para Marte diretamente, uma viagem de anos, seria um salto (portanto, risco e custo) muito grande. A Lua oferece um passo intermedi\u00e1rio, para aprender a manter humanos isolados da Terra por per\u00edodos cada vez maiores, fora da prote\u00e7\u00e3o contra radia\u00e7\u00e3o oferecida em \u00f3rbita baixa pela magnetosfera da Terra. Por isso essa estrat\u00e9gia \u00e9 chamada &#8220;da Lua para Marte&#8221; (<em>Moon to Mars<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Artemis I<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/artemis_1_map_october_2021.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Um diagrama das fases da miss\u00e3o Artemis I. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Como o Artemis I usar\u00e1 pela primeira vez o novo foguete SLS e o M\u00f3dulo de Servi\u00e7o Europeu, ser\u00e1 uma miss\u00e3o n\u00e3o tripulada completa para a \u00f3rbita da Lua, permanecendo l\u00e1 por 1.5 \u00f3rbitas, retornando com a Orion e o m\u00f3dulo de servi\u00e7o e a Orion reentrando e pousando na Terra ap\u00f3s 42 dias. Isso permitir\u00e1 testar todos os elementos que ser\u00e3o usados na primeira miss\u00e3o tripulada, a Artemis II.<\/p>\n\n\n\n<p>Como parte dos testes, a Orion levar\u00e1 experimentos para medir a quantidade de radia\u00e7\u00e3o chegando ao interior da c\u00e1psula e de um novo colete a ser usado para prote\u00e7\u00e3o contra radia\u00e7\u00e3o (AstroRad), com o uso de dois manequins equipados com sensores internos nas posi\u00e7\u00f5es de \u00f3rg\u00e3os vitais mais sens\u00edveis &#8211; um manequim com o AstroRad, outro sem, para verificar a diferen\u00e7a. Al\u00e9m da carga dentro do Orion, o Artemis I ainda levar\u00e1 10 cubesats com uma variedade de experimentos, vindos de diferentes institui\u00e7\u00f5es pelo mundo:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>ArgoMoon (Argotec \/ Ag\u00eancia Espacial Italiana &#8211; ASI): inspecionar o exterior da nave.<\/li><li>BioSentinel (NASA Ames): carregando fungos para examinar o efeito da radia\u00e7\u00e3o em longas perman\u00eancias al\u00e9m de \u00f3rbita baixa da Terra.<\/li><li>CuSP (Southwest Research Institute): teste para um sistema de monitoramento do clima espacial (fluxo de radia\u00e7\u00e3o e part\u00edculas vindos do vento solar).<\/li><li>EQUULEUS (Ag\u00eancia de Explora\u00e7\u00e3o Espacial Japonesa &#8211; JAXA \/ Universidade de T\u00f3quio): mapear o ambiente de radia\u00e7\u00e3o ao redor da Terra e testar manobras de baixa propuls\u00e3o em trajet\u00f3rias para a Lua.<\/li><li>Lunar IceCube (Morehead State University): mapear gelo de \u00e1gua na superf\u00edcie da Lua, a partir de uma \u00f3rbita baixa.<\/li><li>LunaH-Map (Arizona State University): mapear a distribui\u00e7\u00e3o de compostos de hidrog\u00eanio (como \u00e1gua) a partir da \u00f3rbita da Lua.<\/li><li>Near-Earth Asteroid Scout (NASA &#8211; centros Marshall, JPL, Johnson, Goddard e Langley): A primeira tentativa de usar uma vela solar como propuls\u00e3o, ir\u00e1 observar um aster\u00f3ide pequeno que passe perto da Terra (NEA &#8211; Near Earth Asteroid), al\u00e9m de demonstrar a tecnologia de uma miss\u00e3o de baixo custo com vela solar. O aster\u00f3ide alvo, 2020 GE, tem um tamanho compar\u00e1vel (18 m de di\u00e2metro) ao da vela solar da sonda (14 m).<\/li><li>OMOTENASHI (JAXA): uma pequena sonda para pousar na Lua e monitorar a radia\u00e7\u00e3o neste ambiente.<\/li><li>LunIR (Lockheed Martin): demonstra\u00e7\u00e3o de tecnologia para observa\u00e7\u00e3o da Lua em infravermelho em uma plataforma de baixo custo.<\/li><li>Team Miles (Fluid and Reason): Demonstra\u00e7\u00e3o de uma plataforma de baixo custo com sistemas de navega\u00e7\u00e3o, propuls\u00e3o i\u00f4nica e comunica\u00e7\u00e3o em espa\u00e7o profundo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Artemis I em voo<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/9\/97\/Animation_of_Artemis_I_around_Earth.gif\" alt=\"\"\/><figcaption>Trajet\u00f3rias da Terra (azul), Lua (verde) e Orion (magenta) durante a miss\u00e3o Artemis I, em um referencial com orienta\u00e7\u00e3o fixa. A dist\u00e2ncia da Orion \u00e0 Lua \u00e9 mostrada embaixo, no meio. Cr\u00e9ditos: Phoenix7777, CC BY-SA 4.0 <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/4.0\">https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/4.0<\/a>, via Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o dia 6 da miss\u00e3o (22 de novembro), a Orion vai estar viajando at\u00e9 seu encontro com a Lua, quando vai usar a gravidade da Lua e o motor do m\u00f3dulo de servi\u00e7o para se colocar em uma trajet\u00f3ria levando at\u00e9 sua \u00f3rbita distante retr\u00f3grada (DRO) em torno da Lua, onde ela vai chegar no dia 10 da miss\u00e3o e passar 6 dias. Ent\u00e3o, no dia 16 vai usar o motor do m\u00f3dulo de servi\u00e7o para sair da DRO, se dirigindo para uma nova passagem pr\u00f3xima \u00e0 Lua, para usar novamente a gravidade da Lua e uma queima do motor do m\u00f3dulo de servi\u00e7o para se colocar na trajet\u00f3ria de retorno \u00e0 Terra. Ela vai chegar \u00e0 Terra no dia 26 da miss\u00e3o (11 de dezembro), quando vai ocorrer o teste que \u00e9 o principal objetivo da miss\u00e3o: a reentrada na atmosfera da Terra, vindo em velocidade translunar (11 km\/s), que \u00e9 o teste para o escudo t\u00e9rmico e a trajet\u00f3ria de reentrada na atmosfera (que inclui &#8220;quicar&#8221; uma vez, para reduzir a velocidade mais gradualmente). A c\u00e1psula Orion e seu escudo t\u00e9rmico foram testados em 2014, mas como foi apenas uma \u00f3rbita n\u00e3o t\u00e3o alta (por ser o m\u00e1ximo poss\u00edvel com o maior foguete dispon\u00edvel na \u00e9poca, um Delta IV Heavy), a velocidade de reentrada foi mais baixa, s\u00f3 8.9 km\/s. Ap\u00f3s a reentrada, a c\u00e1psula vai descer de p\u00e1ra-quedas at\u00e9 pousar no oceano, perto de San Diego, onde vai ser &#8220;pescada&#8221; por um navio da Marinha.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/a\/a0\/Animation_of_Artemis_I_around_Earth_-_Frame_rotating_with_Moon.gif\" alt=\"\"\/><figcaption>Trajet\u00f3rias da Terra (azul), Lua (verde) e Orion (magenta) durante a miss\u00e3o Artemis I, em um referencial que gira em torno da Terra, com a Lua. A dist\u00e2ncia da Orion \u00e0 Lua \u00e9 mostrada embaixo, no meio. Cr\u00e9ditos: Phoenix7777, CC BY-SA 4.0 <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/4.0\">https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/4.0<\/a>, via Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem est\u00e1 dentro da Orion?<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"683\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/snoppy-683x1024.jpeg\" alt=\"\" data-id=\"1016\" data-link=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/snoppy\/\" class=\"wp-image-1016\" srcset=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/snoppy-683x1024.jpeg 683w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/snoppy-200x300.jpeg 200w, 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decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge-1024x576.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1020\" data-link=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge\/\" class=\"wp-image-1020\" srcset=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge-300x169.jpg 300w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge-768x432.jpg 768w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/210616111337-02-nasa-name-moonikin-challenge.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Helga e Zohar<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"561\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/manikin_image-1024x561-1.png\" alt=\"\" data-id=\"1021\" data-full-url=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/manikin_image-1024x561-1.png\" data-link=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/manikin_image-1024x561-1\/\" class=\"wp-image-1021\" srcset=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/manikin_image-1024x561-1.png 1024w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/manikin_image-1024x561-1-300x164.png 300w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/manikin_image-1024x561-1-768x421.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Moonikin Campos<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Apesar de ser uma miss\u00e3o n\u00e3o tripulada, a Artemis conta com 6 passageiros:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Indicadores de gravidade zero: Astronauta Snoopy (NASA) e Astronauta Shaun Carneiro (ESA). Tradicionalmente, se usa objetos macios soltos na cabine para se observar visualmente quando a nave est\u00e1 em gravidade zero. Para essa miss\u00e3o, a NASA escolheu um astronauta com d\u00e9cadas de experi\u00eancia, desde o projeto Apollo, o Snoopy. N\u00e3o s\u00f3 o boneco faz parte da hist\u00f3ria: o m\u00f3dulo lunar da Apollo 10 tinha o nome oficial de Snoopy, enquanto o m\u00f3dulo de comando e servi\u00e7o era chamado Charlie Brown. J\u00e1 a ESA enviou o brit\u00e2nico Shaun Carneiro.<\/li><li>Moonikin Campos: O manequim com sensores usado para testar a roupa (Orion Crew Survival System &#8211; OCSS), que ser\u00e1 usada por astronautas para os proteger durante as fases mais arriscadas, sendo capaz de prover ar e manter a pressuriza\u00e7\u00e3o, controlar a temperatura e fornecer fluidos para consumo, podendo manter um astronauta por at\u00e9 6 dias caso haja perda de press\u00e3o na cabine. O nome do manequim \u00e9 uma homenagem a Arturo Campos, um engenheiro de sistemas el\u00e9tricos que trabalhou em encontrar como salvar os astronautas na miss\u00e3o Apollo 13.<\/li><li>Helga e Zohar: manequins mais simples (apenas torso e cabe\u00e7a), para um experimento de teste de uma nova roupa de prote\u00e7\u00e3o contra radia\u00e7\u00e3o, a AstroRad. Um manequim est\u00e1 sem a AstroRad, o outro est\u00e1 a usando, o que permitir\u00e1 medir a diferen\u00e7a, para saber qual foi o n\u00edvel de prote\u00e7\u00e3o dado pela roupa.<\/li><li>Callisto: esta sem corpo, \u00e9 uma prima da Alexa do Amazon. \u00c9 um sistema desenvolvido pela Lockheed Martin, Amazon e Cisco, para ser um assistente virtual para a tripula\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, h\u00e1 integra\u00e7\u00e3o com um sistema WebEx de teleconfer\u00eancia da Cisco.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 a nave? Orion e SLS<\/h2>\n\n\n\n<p>Os astronautas viajar\u00e3o em c\u00e1psulas Orion, que seguem um conceito semelhante \u00e0s das miss\u00f5es Apollo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/orionfirstflight\/images\/apollo-vs-orion.png\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Compara\u00e7\u00e3o entre a c\u00e1psula e m\u00f3dulo de servi\u00e7o, dos programas Apollo (esquerda) e Artemis (direita). Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As Orion s\u00e3o maiores, principalmente em volume habit\u00e1vel interno (9m<sup>3<\/sup>, comparado a 6m<sup>3<\/sup> das Apollo), pois computadores e sistemas de controle ocupam muito menos espa\u00e7o hoje. Juntamente com o M\u00f3dulo de Servi\u00e7o Europeu, fornecido pela Ag\u00eancia Espacial Europ\u00e9ia (ESA), elas podem suportar at\u00e9 6 astronautas (Apollo levava 3 e a vers\u00e3o modificada para a esta\u00e7\u00e3o Skylab podia levar at\u00e9 5).<\/p>\n\n\n\n<p>Para carregar a Orion at\u00e9 a Lua, ser\u00e1 usado o novo foguete de grande porte desenvolvido pela NASA, o Space Launch System (SLS). O SLS ser\u00e1 um dos maiores foguetes da hist\u00f3ria (n\u00e3o vamos discutir onde ele fica em um <em>ranking<\/em>, pois h\u00e1 diferentes m\u00e9tricas que levam a diferentes resultados e essa diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 relevante aqui). Ele foi desenvolvido a partir de 2010, para possibilitar miss\u00f5es da NASA al\u00e9m da \u00f3rbita baixa da Terra &#8211; miss\u00f5es tripuladas para a Lua e Marte e ve\u00edculos interplanet\u00e1rios grandes n\u00e3o tripulados. Fazendo uso de tecnologia desenvolvida para o programa do \u00d4nibus Espacial, inclusive reusando muitos elementos que j\u00e1 voaram com os \u00d4nibus Espaciais, o SLS lembra bastante a apar\u00eancia do conjunto do \u00d4nibus Espacial, sem este preso ao lado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/ksc-20211020-ph-fmx01_0216_medium.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A c\u00e1psula Orion e o M\u00f3dulo de Servi\u00e7o Europeu sendo acoplados ao topo do foguete SLS, no Vehicle Assembly Building, do Kennedy Space. Apenas a parte superior do foguete \u00e9 vis\u00edvel. Center. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Veja mais sobre o SLS em nosso artigo sobre ele:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"oyd8IvNJju\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-sls\/\">Futuro Pr\u00f3ximo: SLS<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro Pr\u00f3ximo: SLS&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-sls\/embed\/#?secret=oyd8IvNJju\" data-secret=\"oyd8IvNJju\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Lunar Gateway e bases lunares<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/51670491734_1584272512_o.png\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma vis\u00e3o do Lunar Gateway. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Mas a maior diferen\u00e7a em capacidade do Artemis, comparado ao Apollo, n\u00e3o est\u00e1 na c\u00e1psula ou no que \u00e9 carregado em um v\u00f4o do foguete. Est\u00e1 no uso de m\u00faltiplas miss\u00f5es, apenas algumas delas sendo Artemis \/ SLS, para levar equipamento para permanecer na \u00f3rbita e na superf\u00edcie da Lua: A esta\u00e7\u00e3o espacial Lunar Gateway, em \u00f3rbita da Lua e os v\u00e1rios m\u00f3dulos a serem deixados na superf\u00edcie, formando a base lunar. Dessa forma, a c\u00e1psula Orion ser\u00e1 apenas um pequeno transporte para a tripula\u00e7\u00e3o chegar a instala\u00e7\u00f5es muito maiores e mais capazes na Lua &#8211; assim como as atuais c\u00e1psulas usadas para ir \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional (Soyuz, Dragon e Starliner) s\u00e3o apenas pequenos transportes para levar a tripula\u00e7\u00e3o \u00e0 instala\u00e7\u00e3o que \u00e9 seu destino.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/f\/f9\/Gateway_Space_Station_Module_Map.jpg\/2560px-Gateway_Space_Station_Module_Map.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Componentes do Lunar Gateway e as ag\u00eancias respons\u00e1veis por sua constru\u00e7\u00e3o. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Desta forma, os astronautas chegar\u00e3o ao Gateway usando a c\u00e1psula Orion. O Gateway ter\u00e1 espa\u00e7o habit\u00e1vel e de trabalho, suprimentos para os astronautas e ser\u00e1 a plataforma onde o ve\u00edculo que levar\u00e1 at\u00e9 a superf\u00edcie da Lua, o Human Landing System (HLS) ir\u00e1 atracar. Com o HLS, que deve ser ao menos parcialmente reutiliz\u00e1vel, os astronautas poder\u00e3o descer para a base a ser constru\u00edda na superf\u00edcie da Lua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/e\/ee\/Artemis_Base_Camp.png\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma representa\u00e7\u00e3o da base proposta, com o Foundational Surface Habitat ao fundo e o Mobile Habitat no meio.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Inicialmente, os elementos da base ser\u00e3o um grande m\u00f3dulo habit\u00e1vel fixo, o Foundational Surface Habitat, um grande m\u00f3dulo habit\u00e1vel m\u00f3vel, o Mobile Habitat e v\u00e1rios equipamentos de suporte, incluindo rovers n\u00e3o tripulados para explorar a regi\u00e3o remotamente, um ve\u00edculo aberto para carregar os astronautas expostos (ao contr\u00e1rio do Mobile Habitat, que ser\u00e1 pressurizado), uma usina el\u00e9trica nuclear, equipamentos de comunica\u00e7\u00e3o e outros experimentos cient\u00edficos. Assim, ao contr\u00e1rio das miss\u00f5es Apollo, no Artemis n\u00e3o se vai ter que carregar todo o equipamento em cada viagem. Haver\u00e1 um local em \u00f3rbita e um local na superf\u00edcie onde v\u00e3o ser acumuladas instala\u00e7\u00f5es e mais equipamentos, crescendo gradualmente com cada nova miss\u00e3o Artemis e miss\u00e3o de suporte n\u00e3o tripulada entregando cargas. Assim como a Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional foi gradualmente crescendo, se tornando uma grande instala\u00e7\u00e3o permanente, contendo muito mais espa\u00e7o habit\u00e1vel e equipamentos do que \u00e9 poss\u00edvel carregar em v\u00f4os individuais que tenham que levar tudo de uma vez.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Locais de Pouso<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 19 de agosto de 2022, foram divulgados os 13 locais selecionados como candidatos para o pouso da Artemis III. Todos est\u00e3o pr\u00f3ximos ao p\u00f3lo sul, pr\u00f3ximos o suficiente de locais em sombra permanente (que, portanto, podem conter gelo de \u00e1gua e outros materiais vol\u00e1teis) para que astronautas o alcancem a p\u00e9, mas distantes o suficiente para que os pousos n\u00e3o os contaminem. Al\u00e9m disso, s\u00e3o locais fora da sombra permanente, para ter acesso a energia solar. Nos pr\u00f3ximos anos, an\u00e1lises mais detalhadas v\u00e3o permitir diminuir a lista de candidatos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/artemis-iii-landing-regions.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Poss\u00edveis locais de pouso para Artemis III, selecionados em 2022. Cr\u00e9ditos: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>Como foi o lan\u00e7amento:<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"poS2N4V8wb\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/\">Artemis I: rumo \u00e0 Lua!<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Artemis I: rumo \u00e0 Lua!&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-rumo-a-lua\/embed\/#?secret=poS2N4V8wb\" data-secret=\"poS2N4V8wb\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Nosso artigo sobre o foguete SLS:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"oyd8IvNJju\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-sls\/\">Futuro Pr\u00f3ximo: SLS<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro Pr\u00f3ximo: SLS&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-sls\/embed\/#?secret=oyd8IvNJju\" data-secret=\"oyd8IvNJju\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Nosso artigo sobre as duas primeiras tentativas de lan\u00e7amento e o que significa um scrub:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"5XF47O5U8u\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-o-que-aconteceu-e-o-que-esta-por-vir\/\">Artemis I: o que aconteceu e o que est\u00e1 por vir<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Artemis I: o que aconteceu e o que est\u00e1 por vir&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/artemis-i-o-que-aconteceu-e-o-que-esta-por-vir\/embed\/#?secret=5XF47O5U8u\" data-secret=\"5XF47O5U8u\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Nosso artigo sobre o Programa Artemis<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"SsYOFx6gxw\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-artemis\/\">Futuro pr\u00f3ximo: Artemis<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro pr\u00f3ximo: Artemis&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-artemis\/embed\/#?secret=SsYOFx6gxw\" data-secret=\"SsYOFx6gxw\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Transmiss\u00e3o ao vivo do lan\u00e7amento (come\u00e7ando dia 29 de agosto, 07:30 de Bras\u00edlia): <br><br><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CMLD0Lp0JBg\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Site oficial: <a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/artemis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/artemis\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Blog oficial do Artemis: <a href=\"https:\/\/blogs.nasa.gov\/artemis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/blogs.nasa.gov\/artemis\/<\/a><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>We are going. 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