{"id":937,"date":"2022-09-30T00:20:29","date_gmt":"2022-09-30T00:20:29","guid":{"rendered":"https:\/\/aerospacetoday.net\/?p=937"},"modified":"2022-09-30T16:21:21","modified_gmt":"2022-09-30T16:21:21","slug":"mais-anos-de-vida-para-o-hubble","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aerospacetoday.net\/pt-br\/mais-anos-de-vida-para-o-hubble\/","title":{"rendered":"Mais anos de vida para o Hubble?"},"content":{"rendered":"\n<p>Em 29 de setembro, uma confer\u00eancia de imprensa de surpresa foi chamada sem informar antes qual seria o an\u00fancio (com o t\u00edtulo vago <em>&#8220;New Science, Commercial Study&#8221;<\/em>). Nela, a NASA divulgou que foi assinado um acordo entre a NASA e a SpaceX, sem pagamento, para realizar um estudo sobre a possibilidade de realizar uma miss\u00e3o para estender a vida do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble (HST).<\/p>\n\n\n\n<p>Em \u00f3rbita desde 1990, o HST revolucionou a astronomia, permitindo observa\u00e7\u00f5es imposs\u00edveis de serem feitas mesmo com os maiores telesc\u00f3pios na Terra. Isso se deve a estar livre da atmosfera, que traz 3 problemas: limitar a observa\u00e7\u00e3o a regi\u00f5es estreitas do espectro eletromagn\u00e9tico (apenas luz vis\u00edvel e parte do infravermelho), limitar a resolu\u00e7\u00e3o (por causa da turbul\u00eancia da atmosfera) e limitar a observa\u00e7\u00e3o de objetos muito t\u00eanues (por causa da luz espalhada pela atmosfera, mesmo em noites muito escuras). Sendo, at\u00e9 hoje, o \u00fanico grande telesc\u00f3pio espacial de uso geral capaz de observar de luz ultravioleta at\u00e9 o infravermelho pr\u00f3ximo, o HST \u00e9 \u00fanico, e por isso \u00e9 o observat\u00f3rio que mais produziu resultados cient\u00edficos e um dos mais disputados pelos astr\u00f4nomos. \u00c9 bom notar que, apesar de ser comum que o JWST (James Webb Space Telescope) seja citado como &#8220;sucessor do Hubble&#8221;, ou &#8220;mais capaz que o Hubble&#8221;, isso n\u00e3o \u00e9 verdade: o JWST observa predominantemente no infravermelho, sendo incapaz de observar na maior parte da luz vis\u00edvel e completamente incapaz de observar em ultravioleta. Por este motivo, \u00e9 mais correto dizer que eles s\u00e3o complementares. E tamb\u00e9m por isso h\u00e1 grandes possibilidades agora que os dois operam, podendo observar conjuntamente, como demonstrado no recente impacto da miss\u00e3o DART com o asteroide Dimorphos:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"twitter-tweet\"><p lang=\"en\" dir=\"ltr\">This was also the first time Hubble and <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAWebb?ref_src=twsrc%5Etfw\">@NASAWebb<\/a> looked at the same target at the same time!<br><br>With both Hubble\u2019s visible-light view of this event and Webb\u2019s infrared view, scientists will learn more about the DART impact and Dimorphos. <a href=\"https:\/\/t.co\/k3BbOsfFYr\">pic.twitter.com\/k3BbOsfFYr<\/a><\/p>\u2014 Hubble (@NASAHubble) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/NASAHubble\/status\/1575483533073977345?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 29, 2022<\/a><\/blockquote> <script async=\"\" src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a vida do Hubble \u00e9 limitada?<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre 1993 e 2009, o Hubble foi visitado 5 vezes por \u00d4nibus Espaciais para receber manuten\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de troca de equipamentos (para vers\u00f5es melhores ou para trocar componentes com defeito), h\u00e1 uma outra grande necessidade de manuten\u00e7\u00e3o: levantar a \u00f3rbita do telesc\u00f3pio. O HST, como qualquer sat\u00e9lite em \u00f3rbita baixa da Terra, sofre o efeito do arrasto da atmosfera &#8211; sim, apesar de estar &#8220;no v\u00e1cuo do espa\u00e7o&#8221;, a atmosfera da Terra n\u00e3o tem um final abrupto, ainda h\u00e1 gas, de baix\u00edssima densidade, na altitude de \u00f3rbitas baixas. Este arrasto \u00e9 muito pequeno, mas n\u00e3o \u00e9 zero: se deixados sem manuten\u00e7\u00e3o, sat\u00e9lites nessas \u00f3rbitas (o que inclui a Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional, por exemplo), v\u00e3o lentamente perdendo altitude e depois de muitos anos chegam a altitudes onde o arrasto \u00e9 suficiente para provocar sua reentrada s\u00fabita na atmosfera. Com a aposentadoria dos \u00d4nibus Espaciais em 2011, o HST est\u00e1 desde 2009 sem receber qualquer tipo de manuten\u00e7\u00e3o e portanto sua \u00f3rbita est\u00e1 apenas caindo desde ent\u00e3o. Por isso, sem visitas futuras para lhe dar mais velocidade, aumentando a altitude, eventualmente ele vai cair.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">At\u00e9 quando o Hubble pode durar?<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 dif\u00edcil responder com precis\u00e3o, pois h\u00e1 uma grande vari\u00e1vel: a densidade da alta atmosfera da Terra varia muito com a atividade solar. Per\u00edodos de alta atividade causam aumento da temperatura da alta atmosfera, o que diminui a densidade de camadas mais baixas, fazendo com que esta se estenda a altitudes mais elevadas, o que faz o sat\u00e9lite encontrar mais arrasto. As atuais previs\u00f5es indicam que, sem novos impulsos em sua \u00f3rbita, o HST pode durar at\u00e9 2028 a 2040, de acordo com quanta atividade solar ocorrer no per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>O limite da dura\u00e7\u00e3o da \u00f3rbita \u00e9 o mais intranspon\u00edvel: mais impulso necessariamente vai ter que ser dado. Fora este limite, sempre h\u00e1 a possibilidade de que falhas de equipamento provoquem um fim prematuro da vida do telesc\u00f3pio, que, \u00e9 bom notar, est\u00e1 em \u00f3rbita h\u00e1 32 anos e est\u00e1 h\u00e1 12 anos sem receber qualquer visita de manuten\u00e7\u00e3o. Mas, depois de aprender com as falhas que ocorreram no in\u00edcio de sua vida, mudan\u00e7as foram feitas nos novos equipamentos instalados nas 5 visitas que ocorreram, a mais importante sendo um novo desenho para seus girosc\u00f3pios (necess\u00e1rios para que ele saiba com alta precis\u00e3o qual \u00e9 a sua orienta\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o) e desde 2009 ele tem operado excepcionalmente bem, em termos de equipamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o plano para estender sua vida?<\/h2>\n\n\n\n<p>Desta forma, \u00e9 inescap\u00e1vel que para funcionar por mais d\u00e9cadas o HST precisa ter sua \u00f3rbita levantada. Embora n\u00e3o houvesse planos concretos de voltar ao HST, j\u00e1 na \u00faltima miss\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o, em 2009, foi instalado o Soft Capture Mechanism, uma interface mec\u00e2nica para ajudar que o telesc\u00f3pio fosse capturado por miss\u00f5es futuras, rob\u00f3ticas ou tripuladas, sem depender do complexo CanadArm usado nos \u00d4nibus Espaciais. J\u00e1 houve muitas propostas, a mais concreta sendo da Sierra Nevada Corporation, empresa privada que est\u00e1 desenvolvendo desde 2004 um &#8220;mini \u00f4nibus espacial&#8221;, para carga e tripula\u00e7\u00e3o, o Dream Chaser. Apesar do lento desenvolvimento, em parte por n\u00e3o ter sido uma das duas empresas escolhidas para contratos para levar tripula\u00e7\u00e3o \u00e0 Esta\u00e7\u00e3o Espacial (que foram a SpaceX e a Boeing), a empresa prop\u00f4s usar o Dream Chaser, tanto em uma miss\u00e3o tripulada como rob\u00f3tica, para manuten\u00e7\u00e3o do Hubble. Desde 2017 n\u00e3o h\u00e1 novas not\u00edcias sobre esta proposta ainda estar sendo considerada. Agora, foi anunciado este novo estudo conjunto da NASA com a SpaceX para analisar a possibilidade de usar uma miss\u00e3o com a c\u00e1psula Dragon para capturar o HST, dar o impulso e o soltar em uma \u00f3rbita mais alta. A possibilidade de manuten\u00e7\u00e3o do telesc\u00f3pio tamb\u00e9m ser\u00e1 analisada, mas o foco do estudo \u00e9 levantar a \u00f3rbita. O estudo \u00e9 n\u00e3o exclusivo, o que significa que outras empresas interessadas podem entrar nele, inclusive com uso de outros ve\u00edculos. \u00c9 esperado que seu resultado seja publicado em 6 meses. A proposta inicial \u00e9 que a SpaceX, em parceria com o programa Polaris Dawn (um programa de voos orbitais privados contratado para a SpaceX por Jared Isaacman) forneceria o voo da Dragon sem custo \u00e0 NASA, como demonstra\u00e7\u00e3o de tecnologia, que poderia ser usada para outras aplica\u00e7\u00f5es no futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 bom notar que todos os outros telesc\u00f3pios espaciais at\u00e9 hoje tiveram vidas muito mais curtas e nunca houve nenhum esfor\u00e7o deste n\u00edvel para os estender. Houve at\u00e9 observat\u00f3rios funcionais que tiveram sua opera\u00e7\u00e3o terminada por falta de verbas (algo decidido pelo Congresso e presidente): o GALEX em 2013, e o SOFIA, que acabou de fazer o seu \u00faltimo voo essa semana. S\u00f3 o HST \u00e9 valioso o suficiente para levar a este n\u00edvel de interesse em mant\u00ea-lo operando. No come\u00e7o da d\u00e9cada de 2000, o HST levou a uma grande mudan\u00e7a nos planos para os \u00d4nibus Espaciais: Devido \u00e0 nova regra de seguran\u00e7a implementada depois do desastre do Columbia, em 2003, foi cancelada a que seria a \u00faltima miss\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o do HST, pois na \u00f3rbita do HST era imposs\u00edvel ao \u00d4nibus Espacial buscar ref\u00fagio na Esta\u00e7\u00e3o Espacial Internacional, caso fosse encontrado algum problema com o \u00d4nibus Espacial. Isso causou uma rea\u00e7\u00e3o t\u00e3o forte da comunidade cient\u00edfica internacional que foi elaborado um novo plano para permitir a \u00faltima visita ao HST: colocar um segundo \u00d4nibus Espacial pronto na plataforma de lan\u00e7amento, como reserva, para ser lan\u00e7ado imediatamente caso houvesse necessidade de resgatar os astronautas que estariam na miss\u00e3o para o HST. Felizmente n\u00e3o foi necess\u00e1rio usar o \u00d4nibus Espacial de reserva, mas toda a complexidade e custo desta prepara\u00e7\u00e3o mostram a import\u00e2ncia do Hubble para a ci\u00eancia mundial.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"http:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-960\" srcset=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-300x200.jpg 300w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-768x512.jpg 768w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/aerospacetoday.net\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/Space_shuttles_Atlantis_STS-125_and_Endeavour_STS-400_on_launch_pads_again-2048x1365.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>O Atlantis, \u00e0 frente, pronto para o lan\u00e7amento para a \u00faltima miss\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o do Hubble. Ao fundo, o Endeavour, pronto para ser lan\u00e7ado caso fosse necess\u00e1rio um resgate. 17 de abril de 2009. Cr\u00e9ditos: NASA\/Dimitri Gerondidakis<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais em<\/h2>\n\n\n\n<p>An\u00fancio do estudo (blog)<br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/nasa-spacex-to-study-hubble-telescope-reboost-possibility\" target=\"_blank\">https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2022\/nasa-spacex-to-study-hubble-telescope-reboost-possibility<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Confer\u00eancia anunciando o estudo<br><\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LDpERNu-TIk\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen=\"\"><\/iframe>\n\n\n\n<p>Para uma compara\u00e7\u00e3o entre o HST e o JWST, veja nosso artigo sobre o JWST:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-aerospace-today wp-block-embed-aerospace-today\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"cPpKtDkYxj\"><a href=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-jwst\/\">Futuro Pr\u00f3ximo: JWST<\/a><\/blockquote><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" title=\"&#8220;Futuro Pr\u00f3ximo: JWST&#8221; &#8212; Aerospace Today\" src=\"https:\/\/aerospacetoday.net\/futuro-proximo-jwst\/embed\/#?secret=cPpKtDkYxj\" data-secret=\"cPpKtDkYxj\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 29 de setembro, uma confer\u00eancia de imprensa de surpresa foi chamada sem informar antes qual seria o an\u00fancio (com o t\u00edtulo vago &#8220;New Science, Commercial Study&#8221;). 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